Biografia

Artigos publicados no esquerda.net:

  • A mentira não é novidade deste governo, o que é novo é que toda a política governamental é um colossal embuste. A governação brutal e impostora tornará a política muito mais dura e violenta.

  • O acordo de concertação sabe a fel a todos os trabalhadores. É por culpa destes acordos que é tão difícil a luta da maioria da população. No entanto, apesar dos Proença, a luta social já está aumentar...

  • A greve geral é um grande protesto contra a desastrosa política de austeridade imposta pelo governo PSD e pela troika. Nesta luta constrói-se unidade para mudar a situação no país, juntam-se pontes para lutar pela mudança na UE.

  • A greve geral é um grande protesto contra a desastrosa política de austeridade imposta pelo governo PSD e pela troika. Nesta luta constrói-se unidade para mudar a situação no país, juntam-se pontes para lutar pela mudança na UE.

  • O adjectivo ganha propriedade, mas... para ilustrar o brutal corte no rendimento dos trabalhadores portugueses e a gigantesca redistribuição de rendimentos a favor dos mais ricos.

  • Ferro Rodrigues não é José Sócrates. O antigo secretário-geral do PS fala mais claro e por isso vale a pena ouvi-lo.

  • Foram três homens do Grupo Jerónimo Martins, que tiveram a iniciativa, escreveram e lançaram o manifesto que defende um compromisso nacional entre o PR e “os principais partidos” para no imediato “assegurar a credibilidade externa” e que o futuro Governo seja apoiado por “uma maioria inequívoca”.

  • 4 banqueiros impuseram a troika externa ao país, o grupo Jerónimo Martins tratou de lançar o marketing da troika interna, composta por PS, PSD e CDS. 

  • A censura ao governo, para além do parlamento, já começou e vai prolongar-se nas ruas.

  • O “Guardian” noticiou que Sócrates tinha telefonado a Angela Merkel pedindo-lhe ajuda e dispondo-se a “tudo fazer”, posteriormente o gabinete do primeiro ministro negou, mas a notícia não pareceu estranha a ninguém e não é por acaso.

  • Em 1983 o governo português recorreu ao FMI. As medidas então adoptadas provocaram queda da actividade económica, diminuição significativa do rendimento da maioria dos portugueses, multiplicação de falências e um aumento brutal do desemprego. Foi o tempo dos salários em atraso e das manifestações com bandeiras negras por todo o país.

  • O voto em Alegre é um voto em defesa dos direitos sociais, um voto contra a austeridade, um voto contra o FMI.

  • O combate a esta política vai continuar em 2011, exigindo novas e inovadoras mobilizações sociais.

  • Apesar de todas as medidas apontadas pelos “intérpretes” dos chamados mercados financeiros estarem a ser aprovadas pelo Governo, com o apoio do PSD, os juros da dívida portuguesa não descem.

  • 24 de Novembro pode ser o dia da grande mobilização em defesa do Estado Social.