Biografia

Artigos publicados no esquerda.net:

  • Quando o Governo cair, o que já esteve mais distante de acontecer, o problema político imediato em Portugal chama-se Partido Socialista. E na última semana deu-nos sinais fortes do quão grande esse problema pode ser.

  • Esta semana Moedas tentou o impossível: afirmar, sorridente, que o relatório do FMI é bem feito e que serve os interesses do País. Nem a direita engoliu o recado. Mas quem é e quem representa este Secretário de Estado?

  • Há neste conto de natal que Rui Moreira apresenta à cidade do Porto pontos que faltam. Falta a Rui Moreira contar porque saiu da Sociedade de Reabilitação Urbana do Porto mas permaneceu na STCP. Ou então o que o fez estar nas jornadas do CDS-PP.

  • A troika ou a vida. É mesmo uma disjuntiva. A força dessa escolha leva a que hoje muitos dirigentes do PS já admitam envergonhadamente que a reestruturação da dívida é inevitável - o que o Bloco já dizia há 500 dias atrás, alto e em bom som.

  • Para se construir um Governo de esquerda que tenha a força de vencer a chantagem da dívida e se imponha como o produto de uma luta social vigorosa é preciso a clareza de uma agenda de confronto – nacionalização da banca, justiça fiscal, denúncia do memorando da troika.

  • Só uma coisa pode evitar que, no Natal, a voz pausada de Vítor Gaspar nos entre pela casa dentro num anúncio de mais austeridade: escolhas claras.

  • Uma das quatro gigantes mundiais da área de “consultadoria” – essa alquimia mágica da legitimação – é a PricewaterhouseCoopers. Está presente em mais de 150 países e tem como imagem de marca a “independência e a transparência”. Em Portugal é um nome que se começou a ouvir com mais frequência depois da chegada da troika.

  • Neste sábado está convocada uma manifestação internacional, a “Primavera Global”, que assinalará um ano do 15 de Maio mas que também representa um segundo momento de mobilização global contra os 1% que nos amarram a vida.

  • A tecnocracia que serve a troika na aplicação da austeridade está reunida na ESAME. Vale a pena conhecer algum dos seus membros.

  • A Espada e aos que ele representa o que interessa realmente é continuar o monólogo da austeridade cega e do abuso quotidiano sobre a vida dos milhões que todos os dias experimentam a “liberdade” do desemprego, da precariedade e do desespero.

  • A venda da EDP foi uma festança. A presença de Catroga descortina o outro lado da festa.

  • Pedro Mota Soares agora comanda o ataque aos trabalhadores precários. Esta semana avisou-os que podem ir parar à prisão.

  • O Partido Socialista francês realizou o primeiro turno das suas eleições “primárias”. Mas a abertura pode bem ser apenas a de uma frincha da janela. Senão vejamos, quanta democracia cabe num processo de “primárias abertas”?

  • O FMI escolheu somar ao longo elogio do Governo uma apoquentação sentida, dizendo que o dado mais surpreendente em Portugal é o do desemprego jovem. É “inaceitável e escandaloso” uma taxa de 30%, enfatizou Tomsen. E tem toda a razão. Então é justo perguntar: a política FMI cria emprego?

  • A criação de um discurso que opõe o sacrifício das pessoas ao privilégio e irrealismo político dos movimentos sociais, começando pelo sindical, é a táctica presente para a desagregação do campo organizado dos que vivem do trabalho.