Governo israelita quer guerra já; Washington reluta. Conflito incendiaria o Médio Oriente, atingindo abastecimento do petróleo e economia mundial.

Mal foi chumbada, com o veto da Rússia e China, uma resolução da ONU condenando o regime sírio, as forças leais a Bashar al-Assad intensificaram os bombardeamentos contra a cidade de Homs. Ao fim de quatro dias, sem energia e comunicações, já se contam mais de 100 mortos na cidade onde se concentra a resistência. 

Pressionado pelo forte descontentamento popular com mais um duro plano de austeridade, o governo grego adiou mais uma vez o acordo com a troika. Depois de Papademos ter anunciado o plano para despedir 15 mil funcionários públicos, a oposição de esquerda fala em farsa, acusando o governo de já ter cedido a Bruxelas.

A estatística dos 3 aeroportos brasileiros a serem privatizados (Guarulhos, Brasília e Campinas) reflete bem a realidade do que vai ser subtraído do setor público. Eles são responsáveis por 30% do total dos passageiros, 57% do total das cargas e 19% das aeronaves em todo o País. Por Paulo Kliass/Carta Maior.

O ministro romeno da Justiça, Catalin Predoiu, foi já nomeado primeiro-ministro interino, após a demissão do governo de centro direita dirigido por Emil Boc, anunciou a presidência do país.

O exército brasileiro assumiu o controlo do estado brasileiro da Bahia, depois de uma greve da polícia militar, que ainda dura, ter desencadeado uma onda de insegurança e violência na região, uma situação que causou a morte a 93 pessoas, assassinadas nas ruas.

A imprensa anuncia a Grécia mais perto da bancarrota, após o fracasso de acordo entre os principais partidos políticos, que formam o Governo não eleito, sobre as condições da troika para novo resgate de 130 mil milhões de euros. Esta manhã, as bolsas europeias seguiam em queda, tal como o euro. Sindicatos gregos apelam a uma greve geral para esta terça-feira contra a "morte anunciada".

No quarto dia de confrontos no Cairo, forças de segurança levantam barricadas de betão para proteger o Ministério da fúria dos manifestantes. Pelo menos 12 pessoas já morreram na nova onda de protestos.

O que aconteceu na Grécia desde o primeiro acordo com a 'troika'? Os mercados “acalmaram”? O país voltou a crescer? A Grécia vai para o 'default'? Portugal é muito diferente da Grécia? Estas e outras perguntas são respondidas aqui.

Escolas fechadas, lojas encerradas, transportes apenas a funcionar para os locais das manifestações contra mais um pacote de austeridades, serviços públicos paralisados. Enquanto o governo grego e a troika se arrastam em negociações, a greve geral paralisou hoje a Grécia. O grito, nas ruas, é claro e cada vez mais audivel: “não aguentamos mais”. 

Quando se vão cumprir dois anos da terapia de choque imposta à Grécia pelo Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional, o balanço é catastrófico, revoltante e desumano. Por Sonia Mitralia.

A Grécia é o único país a quem a Alemanha não pagou qualquer reparação de guerra. Dívida foi calculada pelo jornal económico francês Les Echos em 575 mil milhões de euros a valores atuais.

Manipulação terá iniciado antes de 2006, acelerou o atual processo da crise e teve influência nos mercados imobiliários e financeiros. Por Marco Antonio Moreno, El Blog Salmón.

Conselho Nacional Sírio, de oposição, critica veto da Rússia e da China a resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre a Síria, classificando-o de aval do regime de Damasco para prosseguir o massacre da própria população.