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Em Viseu, Mariana Mortágua afirmou que “o que a direita apresenta como suposto modelo de crescimento é uma receita para o desastre”, e que “não há nenhum erro nem atraso da maioria absoluta que os partidos de direita não pretendam agravar”. Bloco quer aumento dos salários, leques salariais e dar mais força a contratos coletivos.

No Algarve, Mariana Mortágua frisou que as políticas públicas não podem sacrificar a maioria de um povo à custa de um negócio que vai para uma minoria, e sim garantir o acesso à habitação. Líder bloquista denunciou ainda como os milionários abriram a comporta para financiar os partidos da direita, que servem os seus interesses.

Em visita ao Algarve, Mariana Mortágua lembrou as propostas do Bloco para fazer face à seca, acusando a maioria socialista de não ter feito os investimentos estruturantes necessários, e a direita de ter respostas de “total irresponsabilidade” no que diz respeito à proteção ambiental e ao consumo da água.

Em visita ao Algarve, Mariana Mortágua lembrou as propostas do Bloco para fazer face à seca, acusando a maioria socialista de não ter feito os investimentos estruturantes necessários, e a direita de ter respostas de “total irresponsabilidade” no que diz respeito à proteção ambiental e ao consumo da água.

Debate televisivo com líderes dos oito partidos com assento parlamentar abordou o cenário pós eleições e pôs em cima da mesa temas como a Justiça, Saúde, economia e fiscalidade. Mariana Mortágua afirmou que direita propõe baixar IRC “para concentrar riqueza, e não para produzir mais riqueza”.

Precariedade, financiamento da cultura, investimento no património e pressão imobiliária sobre espaços culturais foram alguns dos temas do encontro desta sexta-feira entre o Bloco e trabalhadores da cultura.

Proposta do Bloco foi aprovada por unanimidade na CML e inclui a criação do Prémio Municipal Alcindo Monteiro para distinguir ações que contribuam para o reconhecimento e combate das práticas do racismo e da discriminação.

O ativista antirracista Mamadou Ba apela ao voto no Bloco de Esquerda para eleger a candidata que "representa a articulação das lutas contra o racismo, o machismo e a exploração laboral".

Num almoço onde recolheu o apoio de mais de 150 dirigentes sindicais e representantes de trabalhadores, Mariana Mortágua defendeu recuperar a contratação coletiva, introduzir leques salariais, avançar para as 35 horas e combater a precariedade.

As soluções para o país e para quem trabalha que sairão das próximas eleições "dependem da força de uma esquerda de combate" e de "um Bloco de Esquerda com mais representação", defendem os subscritores do manifesto.

Mariana Mortágua respondeu à nova investida da direita sobre o exemplo da sua avó, prometendo que "estamos aqui para defender as avós, para defender os idosos, para defender toda a gente que foi atacada por aquela lei cruel".

Em Aveiro, Mariana Mortágua criticou o PS por estar entretido a discutir as condições para viabilizar um governo de direita. E reafirmou que o voto no Bloco é a garantia de uma maioria para fazer o que a maioria absoluta recusou: "a proteção de quem trabalha".

Em visita à Bosch, Mariana Mortágua defendeu que “trabalho por turnos com direitos e descanso, salário, subsídio de turno e reforma antecipada é o mínimo que podemos fazer para respeitar toda a gente que trabalha e ajuda a construir este país”.

Na Assembleia Municipal do Porto, o Bloco propôs lembrar as vítimas da escravatura na data da morte daquela figura que enriqueceu com o tráfico de milhares de pessoas. A proposta foi rejeitada com os votos contra da direita e abstenção das restantes forças políticas.

Numa sessão em Guimarães, Mariana Mortágua responsabilizou PS e PSD pela crise na habitação e desmontou os argumentos de que as medidas que a resolveriam não são possíveis porque “a UE não deixa”, como limitar as rendas, proibir a venda de habitações a não residentes e pôr a Caixa a baixar juros à habitação.

José Luís Rodrigues, militante e candidato do Bloco de Esquerda pelo círculo eleitoral de Vila Real, foi agredido após interpelar um homem que destruiu um “mupi” de campanha. Foram apresentadas queixas junto da PSP e da CNE.

Numas eleições que podem ser "decisivas para travar a extrema-direita e para dar um rosto mobilizador à esperança", mais de uma centena de brasileiros a residir em Portugal apelam ao voto no Bloco de Esquerda a 10 de março.

Mariana Mortágua foi a Miranda do Douro insistir que "a EDP vai ter de pagar os seus impostos" que deve a esta terra. E diz que quem assistiu ao debate entre Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro ficou "desiludido" com a falta de soluções.

O representante da República nos Açores deve indigitar esta terça-feira José Manuel Bolieiro a formar Governo. O deputado bloquista António Lima transmitiu-lhe que votará contra o Programa de Governo e acusa o PS e a direita de dizerem agora o contrário do que prometeram na campanha.

Apoio da Câmara de Lisboa ao evento volta a somar quase três milhões de euros. Vereação bloquista sublinha o contraste com a recente exigência de pagamentos aos blocos de Carnaval de rua por uma festa aberta à população.