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Em visita à região, Mariana Mortágua acompanhou o “grito de revolta” da população local que foi despeitada pelo projeto “a pouca distância das suas casas”. Para ela, é preciso travar a “arrogância” da maioria absoluta que “passou por cima de leis, de estudos de impacto ambiental” para o impor.

Listas de doadores do partido de extrema-direita entregues na Entidade das Contas dos partidos não permitem identificar quem deu dinheiro em centenas de casos. Nos últimos anos, deixou de entregá-las. A IL também tem listas incompletas e na maior doação de 2021, no máximo previsto na lei, no lugar do nome tem uma corretora.

No comício de Coimbra, Miguel Cardina defendeu que a política que importa é a que não se divorcia da vida das pessoas, José Manuel Pureza lembrou que o Bloco conseguiu impor as políticas que disseram ser impossíveis e António Ferreira concluiu que o PS, sem a força da esquerda, "é inútil”.

Na viagem entre a Covilhã e a Guarda, a campanha bloquista defendeu a criação de um passe intermodal na região e o fim das portagens nas SCUT.

 

Mais de 200 deputados de 13 países juntaram-se numa carta aberta a exigir o fim da venda de armas a Israel.

André Ventura antecipou a "notícia" publicada pelo semanário detido por um fundo com ligações ao regime de Viktor Orbán e assinada por uma jornalista que foi cabeça de lista do CDS. Desta vez o alvo foi a mãe de Mariana Mortágua.

"Quando rebentar a bolha do eleitoralismo, é só a força do Bloco que garante a recuperação do tempo de serviço", afirmou a coordenadora do Bloco. O candidato bloquista Rafael Henriques prometeu lutar no Parlamento por "um SNS próximo, eficaz e robusto".

Para Rui Tavares, “é possível fazer muita coisa em conjunto para melhorar a democracia”. Questionado sobre o pós-eleições, defendeu que “a direita democrática tem de ter com quem dialogar" se recusar o apoio do Chega.

Mariana Mortágua visitou a antiga Escola Veiga Beirão e o coletivo "Os Combatentes". Lamentando que PS e PSD privilegiem a especulação e a venda de património para fins turísticos, a líder bloquista frisou que existiu uma “confluência de políticas públicas que criaram a crise da habitação”.

A Câmara de Lisboa anunciou a abertura de assembleias de voto em três zonas da cidade para o dia 3 de março. Mas os eleitores não podem escolher duas delas. Bloco questionou Moedas sobre a razão desta limitação.

 

Mariana Mortágua frisou que é uma vitória completa porque o avanço civilizacional é tão evidente e indesmentível que a direita não se atreve a propor a alteração da lei e até a extrema-direita capitulou. Por outro lado, ela está ameaçada “porque a sua aplicação enfrenta enormes obstáculos no SNS”.

Em Almada, Mariana Mortágua criticou propostas fiscais e de pensões da direita, Joana Mortágua lembrou que Montenegro “impôs disciplina de voto contra direito das mulheres”, Daniel Bernardino defendeu direitos dos trabalhadores por turnos e Mariana Aiveca lembrou que direitos se conquistam na luta.

Mariana Mortágua acusou o PSD de, ao associar imigração e insegurança, incorrer numa “mentira desmentida por todos os factos”, e frisou que a extrema-direita quer obrigar trabalhadores a entrar “pela janela da imigração clandestina” para beneficiar quem lucra com o abuso.

O instituto +Liberdade, muito ativo na promoção do ideário da IL, integra uma rede de think tanks com ligações a Milei, Trump ou Bolsonaro, financiada pela indústria dos combustíveis fósseis, do tabaco e das grandes farmacêuticas.

Quem preferir votar no próximo domingo em vez de 10 de março, pode desde já  inscrever-se até ao dia 29 de fevereiro no site votoantecipado.pt.

No debate radiofónico entre candidatos às legislativas, Mariana Mortágua insistiu nas medidas para travar os preços das casas e lembrou-se que antes das eleições de 2015 também diziam que "era impossível subir o salário mínimo".

Diretor-executivo da Intercampus, contratada pela Paraná Pesquisas para fazer as entrevistas telefónicas da sondagem, fala em “atitude desleal e de má-fé”. ERC, que, em 2023, já se pronunciou sobre atos de desinformação por parte do Chega, abriu “um processo de averiguações”.

Num comentário a uma publicação do Bloco no Instagram com um extrato do debate televisivo entre os oito líderes dos partidos com assento parlamentar, Fernando Tordo elogia a prestação de Mariana Mortágua e a importância atribuída pela candidata ao setor cultural.

Num almoço no Algarve, Mariana Mortágua falou sobre “rios de dinheiro, como nunca tínhamos visto, que correm de cofres milionários para partidos da direita, incluindo o Chega e a Iniciativa Liberal”. Deu exemplos concretos, que Rui Rocha, lançando ruído, procura agora desmentir.

Bloco realizou este domingo um almoço/comício do Interior, que contou com a presença de Mariana Mortágua e da cabeça de lista pela Guarda, Beatriz Realinho, por Bragança, Vítor Pimenta, por Castelo Branco, Inês Antunes, por Vila Real,Vasco Valente Lopes, e Viseu, José Miguel Lopes.