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À saída da reunião com o Livre, Mariana Mortágua destacou a abertura para a articulação da agenda parlamentar entre os dois partidos e defendeu a convergência na ação junto dos vários movimentos.

Questionado pela SIC, o líder do Chega disse que o novo deputado do partido pelo circulo da Europa foi para França para fugir à guerra e à ditadura. Mas o próprio confessou que emigrou em 1976.

Eleito pelo círculo da Europa, José Dias Fernandes sofreu na pele na década de 1970 as medidas que o seu partido quer aplicar hoje em Portugal.

Fabian Figueiredo lembrou que o executivo de Montenegro parte ainda de um programa que propõe aumentar a desregulação do mercado imobiliário. E que a AD acolheu "figuras que promovem o negacionismo climático" e recuos nos direitos das mulheres e nas políticas de igualdade.

Em declarações à saída da reunião com o PAN, Mariana Mortágua salientou as preocupações partilhadas sobre direitos sociais, questões de igualdade, climáticas ou de bem-estar animal e a necessidade de convergências para que não haja retrocessos.

Em entrevista ao Público, a cabeça de lista do Bloco ao Parlamento Europeu defende um novo projeto europeu "que seja mais do que dizer que vamos manter tudo como está e que não gostamos da extrema-direita".

Rui Gomes da Silva é o primeiro dos sete militantes do PSD a subscrever o apelo a Luís Montenegro. Querem que o líder renegue a sua principal promessa eleitoral e assine um acordo com a extrema-direita para ficar quatro anos no poder.

Divergências na distrital de Braga levaram um juiz a requerer uma ata de uma reunião. Filipe Melo disse desconhecer a sua existência, mas o documento apareceu com a sua assinatura.

Após a reunião da Mesa Nacional, Mariana Mortágua afirmou que esta é a “candidatura mais forte que a esquerda pode apresentar” num contexto em que, além de combater a extrema direita e organizar a esquerda, é imperativo apresentar um projeto de uma Europa alternativa.

Coordenadora bloquista transmitiu a Marcelo Rebelo de Sousa preocupação face a “crescimento muito preocupante da extrema-direita” e abordou a situação na Madeira, defendendo que “a saída para uma crise política desta dimensão e com esta gravidade” é a realização de eleições.

A extrema-direita tinha prometido votar contra o documento se não entrasse no executivo mas deu o dito por não dito. O Bloco de Esquerda reiterou na Assembleia Legislativa Regional o seu voto contra um orçamento que considera não resolver os problemas dos açorianos.

Mariana Mortágua anunciou que o Bloco pediu reuniões ao Partido Socialista, PCP, Livre e PAN para “analisar os resultados das eleições e debater os elementos de convergência futura, na oposição ao novo governo e na definição de alternativas para o país”.

Na declaração da noite eleitoral, Mariana Mortágua sublinhou que apesar da viragem à direita nos resultados eleitorais, o Bloco conseguiu resistir, mantendo os seus mandatos e com mais votos que em 2022.

Com o resultado final das eleições ainda indefinido em relação à distribuição dos deputados, a subida da extrema-direita foi o elemento determinante.

Mariana Mortágua votou de manhã em Lisboa e considerou um "bom sinal" o tempo de espera à entrada da mesa de voto, deixando o apelo a que as pessoas "vão votar e decidam por si" num dia de "celebração da democracia".

 

No encerramento da campanha eleitoral, Mariana Mortágua sublinhou que "todos os votos no Bloco vencem a direita"  e são a garantia de quem não quer maiorias absolutas nem "mergulhos no passado".

 

Na manifestação feminista do 8 de Março em Lisboa, Mariana Mortágua afirmou ter esperança e confiança de que as mulheres portuguesas, como aconteceu noutros países, serão uma barreira contra a extrema-direita.

Mais de uma centena de professores em defesa da Escola Pública, de todo o país, subscreveram um manifesto de apoio às propostas do Bloco de Esquerda para a Educação.

O deputado regional do partido diz que não será o partido a provocar eleições. Para que o Governo Regional se mantenha em funções será necessária, no mínimo, a abstenção do PAN e do Chega.

A normalização da extrema-direita não se faz pela metade, ela arrasta a normalização das suas ideias sobre as mulheres, os seus corpos, os seus direitos. Por Cecília Honório.