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Depois do comunicado do IGAS ter indicado ilegalidades no acesso a uma consulta, o partido acha “fundamental” que os factos sejam acessíveis para se poder saber “o porquê de tal ter acontecido, a mando de quem e com que possíveis consequências para outros utentes que potencialmente aguardassem por consulta e tratamento”.

Fabian Figueiredo lamentou que Luís Montenegro já tenha garantido que irá baixar impostos à banca e às empresas milionárias deste país, mas tenha optado por não dar uma palavra tranquilizadora aos profissionais da Educação, da Saúde, aos oficiais da Justiça ou às forças de segurança.

Marisa Matias assinalou que o executivo não conseguiu sequer garantir condições de estabilidade para o seu funcionamento e criticou a falta de clareza quanto às promessas eleitorais de Luís Montenegro, nomeadamente no que respeita aos profissionais da justiça, saúde, professores e forças de segurança.

Em campanha, o PSD prometeu fazer as pazes com os pensionistas com o aumento do valor de referência do Complemento Solidário para Idosos e a retirada do rendimento dos filhos do cálculo da condição de recursos, que vem excluindo muitos idosos pobres do acesso a esta prestação. Proposta apresentada pelo Bloco vem cobrar a promessa a Montenegro.

Mariana Mortágua considera que “em três áreas centrais – Saúde, Educação, Trabalho –, temos ministros com posições a favor da desregulação" e que no passado apoiaram cortes nos salários e nas pensões, ou privatização de serviços públicos essenciais.

Negócios obscuros de armas, bombas incendiárias, espancamentos, apedrejamentos, atentados a tiro, assassinatos. O Movimento Democrático de Libertação de Portugal foi responsável, nomeadamente, pelos assassinatos de Rosinda Teixeira, do padre Max e da jovem Maria de Lurdes.

Aplaudido pela associação de colégios privados, o novo ministro da Educação é dirigente do think-tank +Liberdade e defendeu o fim definitivo do 14º mês para os pensionistas e funcionários públicos, incluindo os professores. Associações académicas contestam o fim do Ministério da Ciência e Ensino Superior, áreas que ficam sob tutela de Fernando Alexandre.

Líder parlamentar do Bloco, Fabian Figueiredo, assinalou que Luís Montenegro apresentou “um dos governos mais à direita de sempre”, e que o seu executivo não se preocupará em baixar o preço da casa, subir salários, garantir professores na Escola Pública ou resgatar o SNS.

No atual sistema eleitoral, um em cada dez votos não se converte em mandatos, limitando o poder de escolha a centenas de milhares de eleitores. Proposta do Bloco cria um círculo de compensação com dez deputados.

PSD aprova nome do Chega para vice-presidente. Pacheco Amorim integrou rede bombista MDLP contra 25 de Abril.

Mandatário da IL e promotor do +Liberdade criou associação à qual Moedas queria entregar cinco milhões para executar um projeto que o próprio autarca lhe tinha sugerido antes de tomar posse. Dúvidas da oposição levaram à retirada da proposta.

Após ouvir os partidos e o Conselho de Estado, o Presidente da República convocou eleições para o dia 26 de maio na Madeira. Roberto Almada tinha defendido essa posição na reunião com Marcelo e considera que o Presidente "não podia tomar outra" decisão.

Mariana Mortágua comentou o entendimento entre PS e PSD para desbloquear a eleição do Presidente da Assembleia da República. E diz que a eleição de um ex-membro de um grupo terrorista para a vice-presidência do Parlamento "é um dia triste para a democracia".

Após o fracasso do acordo entre o PSD e o Chega para eleger Aguiar-Branco Presidente da Assembleia da República, o líder parlamentar do Bloco anunciou o apoio da bancada ao candidato Francisco Assis. À segunda volta nenhum obteve os 116 votos necessários e há nova votação na quarta-feira ao meio-dia.

A transportadora aérea não fez concurso público para atribuir um contrato de serviços de segurança em que pagou mais 68% do que no contrato anterior. No portal BASE, o novo contrato só surgiu três anos depois. Deputado do Bloco questionou Governo Regional.

Reconhecer o Estado da Palestina, criar círculo de compensação nas legislativas, baixar o IVA das telecomunicações, gás e eletricidade, virar a página da conflitualidade com os funcionários públicos, reconhecendo carreiras e recuperando o tempo de serviço dos professores foram algumas das medidas apresentadas por Fabian Figueiredo.

Após a reunião com o secretário-geral do PCP, Mariana Mortágua lamentou ainda que o excedente histórico, de 1,2% do PIB, resulte também de "guerras compradas com profissionais essenciais". Ambos os dirigentes estão disponíveis para “manter pontos de diálogo na oposição à direita”.

“É a primeira vez na história da democracia portuguesa que um partido elege para o liderar alguém que é arguido por suspeitas dos crimes de corrupção, de prevaricação, de abuso de poder e de atentado contra o Estado de direito” sublinhou Dina Letra que defende que Marcelo deve seguir o critério que usou quanto ao governo nacional.

Foi um dos líderes da resistência à ditadura de Salazar numa capital de distrito: Santarém. Por duas vezes foi preso pela PIDE, em 1946 e em 1953. Como é que foi possível uma comunidade local esquecer uma figura assim? Por Luís Carvalho.

O líder demissionário do Governo da Madeira, arguido no processo de corrupção entre governantes e empresários da ilha, recandidatou-se e voltou a ser o escolhido para líder regional do PSD.