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Leia aqui o manifesto e a lista completa dos candidatos do Bloco de Esquerda às próximas europeias e a resolução da Mesa Nacional do partido que pretende ser uma “força determinada pela convergência unitária da oposição”.

Ernesto Laclau morreu há dez anos. O legado do pensador pós-marxista continua vivo à esquerda não só na influência que tem na América Latina como em alguns partidos de esquerda europeus de que o Podemos e o Syriza chegaram a ser exemplo. Michael Bray critica a sua posição acerca da classe social.

Depois da Mesa Nacional que aprovou a lista de candidatos às europeias, o Bloco organizou um comício de receção aos novos militantes. Mariana Mortágua desmontou o programa de governo do PSD que “está cheio de novidades conservadas em formol”. Catarina Martins quer “uma Europa radicalmente democrática, que dê poder à esperança”.

O semanário que tinha titulado “Montenegro duplica descida de IRS até ao verão” qualifica agora a promessa do primeiro-ministro como “mais do que um embuste”. Mariana Mortágua sublinha que “a única promessa que não era a brincar é a redução do IRC sobre os lucros das grandes empresas”.

Contrato foi assinado logo após a desvinculação do presidente da Assembleia da República do escritório que fundou. Pela Gebalis assinou um administrador que foi adjunto de Aguiar-Branco no governo de Passos Coelho e que agora se tornou chefe de gabinete do ministro da Economia.

No final do debate parlamentar, Mariana Mortágua defendeu que “o segundo nome da direita é instabilidade”, que há “um jogo de sombras” no debate feito por PS, PSD e Chega e que não há “nada de novo” nas propostas do Governo que já resultaram numa economia anémica.

No primeiro dia do debate do programa de Governo, Mariana Mortágua questionou Luís Montenegro sobre a razão de o aumento do salário mínimo ficar condicionado à produtividade mas a descida do IRC para as grandes empresas ser incondicional e garantida desde o primeiro dia do seu mandato.

O documento agora aprovado pelo Parlamento Europeu é a representação mais evidente da viragem do arco político europeu para a extrema-direita, que assim consegue definir a agenda da política migratória da UE e condicioná-la aos seus interesses. Por Miguel Urban e Marta Mateos.

Mariana Mortágua frisou que este “programa faz uma escolha muito clara sobre quem quer proteger: grandes patrões, grandes empresas, grandes lucros, interesses muito específicos da especulação e da exploração do trabalho em Portugal”.

Buscas à Câmara de Cascais colocam sob suspeita negócios do autarca agora empossado como ministro das Infraestruturas. Na privatização da TAP em 2015, também levantou suspeitas a ação de Miguel Pinto Luz como membro de um Governo já chumbado no Parlamento.

A 18 de abril terá lugar um debate parlamentar sobre situação laboral dos motoristas e estafetas das plataformas e, no dia 19, os bloquistas veem discutida a sua proposta sobre a constituição de uma comissão inquérito sobre a Global Media.

Primeiro-ministro espanhol anunciou que vai acabar com o mecanismo criado em 2013 e que acelerou a especulação imobiliária. Em Portugal, investidores e lóbi imobiliário apostam no regresso pela mão da AD, com um nome "menos tóxico".

Em causa fica o “direito à mobilidade das pessoas com mobilidade reduzida, às pessoas com crianças ou às pessoas idosas” para além da decisão violar várias regras diz o partido.

Há centenas de famílias a perder acesso ao apoio extraordinário às rendas apenas porque foram obrigadas pelos senhorios a renegociar contratos. O Bloco apresentou uma proposta para resolver esta questão, que Marisa Matias considera “o mínimo dos mínimos”.

Após a ronda de audições com os partidos parlamentares sobre o próximo Orçamento, o Governo Regional voltou a reunir no sábado com os deputados do Chega. "As promessas de Bolieiro de que governaria sozinho duraram menos do que uma alface", diz o deputado bloquista António Lima.

O antigo líder do PSD vai apadrinhar o lançamento do livro "Identidade e Família", que reúne textos de figuras ultraconservadoras contra o divórcio, o casamento LGBT, a eutanásia, educação sexual ou a criminalização das "terapias da conversão".

A candidatura do Bloco às legislativas regionais antecipadas de 26 de maio  apresenta o atual deputado e a coordenadora regional Dina Letra nos dois primeiros lugares da lista.

Daniel Bensaïd rejeitou a ideia de inevitabilidade histórica, vendo a história como uma série de encruzilhadas e não como um caminho único. Para Bensaïd, a luta de classes continuará a ser central enquanto o capitalismo existir, mas o resultado é sempre imprevisível. Por Darren Roso.

A 19 de abril, Lisboa e Porto acolhem um jantar, pelas 19h30, onde, reunindo sectores do campo democrático, ecologistas e da esquerda, será dado um sinal contundente na afirmação dos valores de Abril e na recusa de qualquer retrocesso. Coimbra terá almoço de confraternização a 25 de Abril.

Na manifestação “Defender o SNS, cumprir Abril”, a coordenadora bloquista criticou o recuo do PSD nas promessas feitas às carreiras da Função Pública, lembrando que a desculpa das novas regras europeias não pega porque quando a direita elaborou o seu programa eleitoral já as conhecia.