Política

Notícias política

Na sessão solene das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Mariana Mortágua criticou “os saudosistas que vivem para a mentira” e contrapôs que “reclamar o futuro é construir o progresso a favor da comunidade e distribuir todos os seus frutos”.

No debate das propostas do Governo e dos partidos para reduzir o IRS, as da direita baixaram à comissão sem votação e várias iniciativas da esquerda foram aprovadas na generalidade. Bloco viu aprovado o aumento de 582 euros na dedução específica e o alargamento das deduções aos juros do crédito à habitação.

Proposta apresentada na Assembleia da República visa aumentar a transparência remuneratória e implementar planos de ação nas empresas para corrigir as disparidades salariais detetadas. 

No final da reunião com o PS, Mariana Mortágua fez o balanço dos encontros mantidos com as direções dos partidos da esquerda e ecologistas desde as legislativas de março.

O aumento de 582 euros na dedução específica para todos os contribuintes e o alargamento das deduções com os juros à habitação aos contratos celebrados após 2011, com atualização do valor da dedução, são as propostas apresentadas pelo Bloco para o debate parlamentar desta quarta-feira.

O Abril é Agora denunciou que o tradicional Arraial dos Cravos, no Largo do Carmo, não se pode realizar por falta de apoio do executivo da autarquia lisboeta. Mas o apelo à participação continua para a noite de 24 de abril.

Após reunião com a ministra da Justiça, Fabian Figueiredo explicou que foram entregues à governante propostas relativas ao enriquecimento injustificado, offshores e Entidade para a Transparência.

A candidata bloquista às europeias de 9 de junho interveio no enceramento da conferência No Pasaran e criticou as políticas que dão benefícios aos fundos imobiliários contra o direito à habitação.

No encerramento da conferência europeia No Pasaran, Mariana Mortágua criticou o líder do PSD/Madeira por ter aberto a porta a um acordo com o Chega para se manter no poder. 
 

A denúncia é do candidato do Bloco às legislativas regionais da Madeira. Roberto Almada critica este “desrespeito gritante a quem deu o melhor de si para salvar vidas, colocando em risco a sua própria saúde” durante a pandemia.

Mariana Mortágua reagiu à apresentação de Luís Montenegro sobre a redução do IRS, concluindo que "o que o Governo do PSD está a fazer é pôr 200 milhões em cima de 1.330 milhões" que já estão no Orçamento em vigor.

Investigação jornalística mostra como são os grupos da direita que mais votam contra medidas para aumentar a transparência dos eurodeputados. Entre os partidos portugueses, Bloco foi o único a votar sempre no sentido recomendado pelas ONG europeias pró-transparência.

“Muito quilómetro para pouco dinheiro: direitos para motoristas e estafetas das plataformas” foi o lema da audição que levou estafetas e motoristas TVDE ao Parlamento. No dia em que o Bloco levou um projeto a debate, Mariana Mortágua defendeu que a economia das plataformas não pode significar um regresso ao “salve-se quem puder”.

Os deputados eleitos por Viseu do PSD falam em colocar portagens na IP3 como solução para terminar as obras entre Santa Comba Dão e Coimbra. Por Interior do Avesso.

A conferência No Pasaran acontece este fim de semana em Lisboa. Luís Fazenda explica-nos como aí poderemos discutir argumentários antifascistas e inteirar-nos de diferentes análises sobre a extrema-direita europeia.

Desde a tomada de posse a 2 de abril, o executivo de Luís Montenegro acumulou casos e polémicas, culminando na retirada do “choque fiscal” no IRS.

Mariana Mortágua considera que não faz sentido o Parlamento discutir um documento que enquadra a política do anterior Governo. E acusa Montenegro de falta de transparência por não quantificar nem calendarizar as suas prioridades, recorrendo a uma campanha eleitoral permanente e escondendo o impacto de medidas como a descida do IRC.

O partido defende que é “completamente errado” serem os consumidores ou os contribuintes a pagar, aumentando assim os lucros das empresas do setor energético.

A audição tem início às 10h e é aberta aos trabalhadores das plataformas digitais para partilharem as suas reivindicações. Na quinta-feira à tarde o Parlamento vai discutir o tema num debate agendado pelo Bloco.

De 19 a 21 de abril, música, festa, conferências e uma visita ao Museu do Aljube marcam um fim de semana de reflexão e ação sobre como derrotar a extrema-direita e construir a alternativa política.