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Num apelo ao voto na reta final da campanha, Catarina Martins afirmou em Braga que a “União Europeia é esta luta concreta das nossas vidas” e que é também na Europa que “se luta pelo salário, pelo contrato de trabalho, pelo tempo para viver e por uma casa onde morar”.

Confrontado com o caso de um imigrante que se queixou de ter sido vítima de racismo no país, o líder da extrema-direita virou-lhe costas e os seus apoiantes tentaram perturbar as explicações que dava aos jornalistas.

Numa ação de campanha em Barcelos, Catarina Martins comentou a vinda a Portugal da candidata a presidente da Comissão Europeia apoiada pela AD e disse que “hoje é bom dia para se perceber quem é que está do lado dos direitos humanos”.

Em apenas 24 horas Cristina Dias conseguiu enviar o pedido de rescisão, vê-lo aprovado, obter o cálculo da indemnização e ainda teve direito a dispensa do tempo de serviço para a renúncia.

No comício do Porto do Bloco, falou-se ainda de combate à pobreza, de construir uma Europa cooperante para além do mercado, da importância de estancar a extrema-direita e contrariar a indiferença com a força da vibração democrática.

Candidata do Bloco às europeias afirma que o próprio Governo reconhece que os consulados não têm meios para dar resposta aos pedidos dos imigrantes e que a sua medida significa o regresso a um passado de má memória.

Em Aveiro, Catarina Martins defendeu o alargamento do projeto-piloto da semana de quatro dias e deu o exemplo do fim dos estágios não-remunerados ou dos direitos dos trabalhadores das plataformas digitais para mostrar que “é possível no Parlamento Europeu lutar pelo trabalho". Luís Fazenda destacou o papel da luta pela redução do horário de trabalho na história do movimento dos trabalhadores.
 

Mariana Mortágua reagiu ao plano do Governo para acabar com o mecanismo que permite aos imigrantes regularizarem-se quando chegam a Portugal em busca de trabalho. E diz que é “um regresso ao passado” que vai provocar a acumulação de processos e as regularizações extraordinárias ao fim de alguns anos.

O ativista pelos direitos humanos Miguel Duarte interveio no comício do Bloco e defendeu a reversão do Pacto para as Migrações que “abre as portas à institucionalização da violência” nas fronteiras da União Europeia.

Num comício ao ar livre em Lisboa, Catarina Martins  prometeu que “cada voto no Bloco é muito mais do que uma garantia contra o recuo: é a força para avançar” nas políticas de igualdade e nos direitos das mulheres.

A candidata do Bloco de Esquerda às europeias junta-se aos cabeças de lista da esquerda espanhola, francesa, sueca, finlandesa, italiana, dinamarquesa e luxemburguesa. Leia aqui o manifesto “Uma promessa eleitoral para a Palestina”.

A forma do internacionalismo por vir dependerá dos combates políticos concretos. A tarefa da esquerda socialista passa por criar novos imaginários de uma emancipação total que supere o capitalismo, que sirva de referencial para a luta.

Samuel Cardoso

O potencial dos Açores e da Madeira está a ser desperdiçado por falta de investimento e de políticas eficazes na formação e investigação, o que impede o desenvolvimento de uma economia mais justa e avançada.

Aurora Ribeiro e Mónica Pestana

No Dia Mundial da Criança, a cabeça de lista do Bloco às eleições europeias participou na marcha pela reabertura da urgência pediátrica noturna do hospital de Viseu, que encerra a partir de hoje por ordem do Governo.

Questionado pelos jornalistas sobre as ligações do presidente russo aos seus parceiros europeus, o candidato do Chega acusou o bilionário húngaro-americano George Soros de financiar os partidos que o criticam.

Candidata do Bloco acusou AD de querer incluir habitação na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia mas retirá-la do Orçamento do Estado, e frisou que PS, PSD, CDS-PP e IL estão “todos de acordo que Portugal não possa escolher investir na sua saúde, educação, na sua habitação".

Na manhã desta quinta-feira a campanha do Bloco de Esquerda esteve na Fortaleza de Peniche onde se defendeu a importância da memória histórica. Ao almoço, no Entroncamento, criticou-se a extrema-direita portuguesa, europeia e a israelita com a qual a União Europeia é cúmplice.

Catarina Martins criticou a extrema-direita que tenta dividir as pessoas e se coloca sempre do lado dos especuladores e dos patrões. Marisa Matias defendeu que a missão destas eleições é defender os direitos humanos, sublinhando a oposição ao genocídio em Gaza e ao pacto das migrações.

Candidata do Bloco ao Parlamento Europeu visitou uma escola multicultural no Monte da Caparica para “aprender com o melhor que temos” e defender que “a inclusão é o melhor de nós”.

O presidente da distrital lisboeta do PSD e um dos “super-vereadores” da lista de Carlos Moedas é o mais recente arguido na operação “Tutti Frutti”. Bloco quer saber se o autarca vai manter a coerência e afastar Ângelo Pereira.