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A ministra da Administração Interna foi questionada pelo Bloco de Esquerda sobre a repetição dos ataques intimidatórios do grupo “Habeas Corpus” à escritora Mariana Jones sem que as autoridades intervenham.

Nosso futuro, nossa libertação é o lema do encontro que ocupará dois dias de diálogo e reflexão sobre as estruturas racistas e coloniais da nossa sociedade. Conhece aqui o programa final.

Mariana Mortágua reuniu com o chefe da missão diplomática da Palestina em Lisboa e comparou a “cobardia” do atual Governo ao recusar-se a reconhecer o Estado da Palestina com a posição “que nos orgulhou” no passado, quando o país liderou a comunidade internacional em nome da independência de Timor-Leste.
 

Mariana Mortágua anunciou este domingo que o partido vai realizar um encontro com “participação aberta” para debater o papel do Bloco no presente ciclo político e a política de alianças para as próximas autárquicas.

Para Portugal esperam-se cortes orçamentais de 2,8 mil milhões anualmente a partir de 2025. Os governos são obrigados a justificar desvios do programado pela Comissão e se não considerar credíveis os seus planos é a trajetória de referência desta que impera. José Gusmão critica o seu “poder discricionário sem precedentes”.

O partido diz que há um “descontrolo orçamental” do executivo de direita e que este “esbanjou” milhões para “projetar a imagem do seu presidente”, uma propaganda que “sai demasiado cara a quem vive e trabalha em Lisboa”.

Sem maioria para aprovar o programa do executivo do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque retirou a proposta e diz que apresentará outra nos próximos dias. “Neste momento, a palavra do presidente do Governo Regional da Madeira vale zero”, diz a coordenadora do Bloco/Madeira.

O Bloco critica ainda que para socialistas e direita se unam para eleger von der Leyen apesar de em campanha o PS ter atacado a direita pela aproximação da presidente da Comissão Europeia à extrema-direita.

Mariana Mortágua apresentou esta quarta-feira duas propostas: voltar às manifestações de interesse para regularizar em vez de empurrar para a clandestinidade e contratar os trabalhadores das associações que asseguram o funcionamento da AIMA.

No final de uma reunião com o executivo, o líder parlamentar bloquista lamentou que a AD deixe de fora do seu pacote sobre corrupção as medidas para assegurar que em Portugal “temos uma economia protegida destes centros de pirataria financeira”.

Amigo de sempre, caminhámos ombro a ombro e durante décadas partilhámos os mesmos projetos, as mesmas ambições os mesmos ideais, lutar por um mundo melhor, sem ódios, sem injustiças sociais, por condições de trabalho dignas.

Luís Filipe Pereira

O partido quer explicações de Margarida Blasco sobre as iniciativas que resultaram em violência e ameaças por parte de grupos de extrema-direita nas últimas semanas.

Porque é que tantas pessoas estão obcecadas com falsas conspirações mas ignoram as conspirações verdadeiras? George Monbiot foi falar com uma destas pessoas para tentar descobrir a resposta.

George Monbiot

No discurso da noite eleitoral, Catarina Martins prometeu levar para Estrasburgo os combates que travou nesta campanha. Mariana Mortágua destacou a resistência do Bloco e o recuo da extrema-direita face às legislativas como elementos positivos desta eleição.

A cabeça de lista do Bloco nas eleições vinca que o Parlamento Europeu está no centro de muitas das decisões que são tomadas, seja da guerra e da paz, seja do preço das coisas do supermercado” e que é importante que não se abdique do “poder” e do “direito” que é o voto e que é igualmente um “dever cívico”.

Nestas eleições para o Parlamento Europeu, devido à desmateralização dos cadernos eleitorais, pode-se votar em qualquer mesa de voto. O Portal do Eleitor disponibiliza a informação de onde se pode votar e quanto tempo está a demorar.

No comício final de campanha em Almada, Catarina Martins apelou ao voto lembrando que desta vez não há desculpas para não ir votar. E afirmou que cada voto no Bloco será decisivo para continuar a defender no Parlamento Europeu os direitos humanos, a paz, a transição climática justa, o salário e a casa para viver.

Catarina Martins fez a última arruada de campanha em Lisboa, no culminar de uma campanha “muito bonita” e em que recebeu “muito carinho” das pessoas. Mariana Mortágua apelou ao voto para “defender os direitos humanos, os direitos das mulheres e a solidariedade, sem nunca ceder”

O economista austríaco que dirige o Partido da Esquerda Europeia é o 'Spitzenkandidat' da esquerda e fez das respostas à crise na habitação a sua principal bandeira de campanha eleitoral.

Num debate das legislativas de 2022, Catarina Martins confrontou André Ventura com a sua condenação na justiça por declarações racistas. E na noite eleitoral defendeu que “cada deputado racista” então eleito “é um deputado racista a mais”. Ventura tentou a desforra nos tribunais, mas o Ministério Público mandou arquivar a queixa.