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Propostas para recomendar alerta climático do Porto e reforço e aceleração do projeto Porto + Permeável apresentadas pelo Bloco de Esquerda foram aprovadas, mas recomendações de mitigação das alterações climáticas foram chumbadas.

Várias substituições em cargos de direção e presidência na área da cultura levantam alarmes, Bloco de Esquerda quer saber porque é que ministra substituiu diretora do Centro Cultural de Belém e pôs de parte coordenadora da Equipa de Missão do projeto Évora 2027, capital europeia da cultura.

Bombeiros sapadores reivindicam revisão da carreira, estatuto de desgaste rápido e aumento do subsídio de risco frente à sede do governo. Executivo de Montenegro suspende negociações devido a manifestação "desordeira".

Bloco de Esquerda convoca Assembleia Municipal para discutir planos de mitigação e adaptação às alterações climáticas para combater aumento de fenómenos climáticos extremos.

Mariana Mortágua anunciou petição para tornar subsídio de turno obrigatório, antecipação da idade de reforma e máximo de 35 horas para quem faz trabalho por turnos. A coordenadora bloquista falou também dos perigos da uberização e dos desafios do sindicalismo atualmente.

Fernando Alexandre reconheceu ter anunciado números falsos sobre o número de alunos sem professores no primeiro período letivo. Bloco quer que o ministro vá ao Parlamento explicar “se é incompetente ou se é mentiroso”.

A encerrar o debate orçamental, Mariana Mortágua afirmou que as escolhas da direita neste Orçamento foram “a crise da habitação e a privatização da saúde, o IVA no máximo e o IRC das maiores empresas no mínimo”.

Mariana Mortágua comentou a declaração do primeiro-ministro criticando a mobilização de meios para fins políticos que aumenta a perceção de insegurança. E desvelou o sentido de uma portaria do Governo que vai “leiloar” doentes do SNS para o privado.

No seu novo livro, Fernando Rosas traça o percurso da extrema-direita desde o surgimento do fascismo até aos dias de hoje, tendo em conta as condições económicas subjacentes mas também a disputa hegemónica do último século. Nesta entrevista ao Esquerda, fala sobre esse percurso e sobre a caracterização da extrema-direita no século XXI.

Daniel Moura Borges

O IRC baixou para 20% com a abstenção do PS, do Chega e do PAN, com impacto orçamental de 366 milhões de euros. Chega mudou voto para beneficiar grandes empresas e patrões nos descontos relativos aos seguros de saúde. Bloco vê aprovadas propostas para aumento de vagas em lares e respostas para idosos.

Movimento Rui Moreira mudou de posição, PSD não. Presidente da Câmara garante ter tomado medidas sobre ataques violentos contra manifestantes pró-Palestina, mas o vereador Sérgio Aires nota que ainda não aconteceu nada. O mesmo diz a cidadã que foi expulsa da reunião da Assembleia Municipal por denunciar isto.

O primeiro-ministro pensa que o aumento das denúncias não corresponde a um aumento real de casos. Mariana Mortágua respondeu-lhe que é preciso “levar mais a sério o maior problema de segurança interna – este”.

Na votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2025, foram aprovadas várias propostas do Bloco de Esquerda que terão um impacto significativo para muitas pessoas.

Comissão coordenadora concelhia do Bloco de Esquerda fala em ação "de extrema gravidade" e "atentatória da liberdade dos cidadãos".

Joana Mortágua expôs a incoerência dos números do governo, que diz serem "martelados para esconder a realidade da falta estrutural de professores nas escolas".

Fabian Figueiredo comunicou que o partido só estará presente na sessão deste ano com uma deputada, “cuja intervenção se resumirá a denunciar a operação de desvalorização do 25 de Abril como data fundadora da liberdade e da democracia em Portugal”.

A banalidade do mal fabricada pela alienação é o caminho aberto para o desastre que só a resistência contra-hegemónica pode e deve travar.

Fernando Rosas

A obrigação de declarar no IRS os ativos em offshores tinha sido aprovada no Orçamento para este ano. Agora, os partidos do Governo propõem acabar com ela.

Mariana Mortágua reuniu-se com trabalhadores do call-center da Segurança Social, operado pela Reditus, para ouvir os seus problemas e apresentar soluções do Bloco de Esquerda.

Num almoço com militantes em Viseu, Mariana Mortágua voltou a defender a demissão da equipa ministerial da Saúde. Além de não querer assumir responsabilidades pelo funcionamento da emergência médica, a ministra “quer que o Estado também não as assuma”, acusou.