Palestina

Mais de 40 organizações apelam ao fim dos bombardeamentos, à entrada da ajuda humanitária em Gaza e à proteção da ONU para os seus habitantes, a par de um embargo de armas a Israel. Leia aqui o texto do apelo.

Na sequência do bombardeamento a um hospital de Gaza que matou centenas de civis, Mariana Mortágua diz que "é tempo de juntar vozes na exigência de um cessar fogo imediato que trave o genocídio do povo da Palestina".

Pelo menos 500 pessoas morreram no ataque ao hospital al-Ahli na cidade de Gaza. Além de se encontrar repleto de pacientes, muitas pessoas que seguiram a ordem de evacuação israelita estavam nas imediações por considerá-lo um lugar seguro.

Manifestantes instaram a administração Biden a pressionar Netanyahu para que Israel abandone os seus planos de uma invasão militar de Gaza e, em vez disso, declare um cessar-fogo imediato. Um grupo de proeminentes democratas progressistas dos EUA também apresentou uma resolução nesse sentido.

Mais de 600 mil palestinianos terão saído do norte para o sul de Gaza após o ultimato israelita. Porta-voz da ONU para os direitos humanos lembra que a transferência forçada de civis viola o direito internacional.

No primeiro episódio da segunda temporada do podcast Contra Regra, Catarina Martins falou com Shahd Wadi sobre a situação na Faixa de Gaza.

Os rumores de um eventual cessar-fogo e abertura da passagem entre Gaza e o Egito não se confirmaram. Sem eletricidade e com a água a acabar, a população de Gaza permanece encurralada e sob bombardeamento.

Uma marcha de dimensão histórica teve lugar este domingo em Rabat, em solidariedade com o povo da Palestina e contra a normalização das relações entre o reino marroquino e o regime israelita.

No seu manifesto, condenam a morte de todos os civis e manifestam o seu apoio à liberdade e ao direito de autodeterminação da Palestina, exigindo ao Governo português que se empenhe num processo que possa contribuir para o fim do regime de colonização, ocupação e apartheid.

O médico e dirigente político da esquerda palestiniana diz que há uma “limpeza étnica” em andamento na Faixa de Gaza.

Como esta faixa de território se tornou uma das regiões mais densamente povoadas do planeta? E por que agora é o centro de ação do Hamas? Por Maha Nassar.

A organização israelita de defesa dos direitos humanos diz que está em curso uma política criminosa que desafia o direito humanitário internacional e constitui um crime de guerra. Leia aqui o comunicado da B’Tselem.

O exército israelita quer obrigar a população do norte de Gaza a sair de suas casas. A ONU diz que é o caminho para a tragédia. Em França e na Alemanha proíbem-se manifestações pela causa palestiniana.

Pedro Filipe Soares acusou Carlos Moedas de fazer acusações inaceitáveis sobre o Bloco e de não estar à altura do cargo que ocupa. O líder bloquista lembrou as posições do secretário-geral da ONU, António Guterres, que o partido subscreve na totalidade.

 

A narrativa do primeiro-ministro de que a paz no Médio Oriente era possível sem os palestinianos foi destruída pela incursão brutal do Hamas e pela guerra que se seguiu. Por Meron Rapoport.

A associação anti-racista condena a “violência diária perpetrada pelo Estado de Israel sobre o povo palestiniano” ao mesmo tempo que se distancia das ações do Hamas.

Neste momento de profunda dor, agarro-me à única coisa que me resta: a crença absoluta de que este inferno não está predestinado. Nem para nós, nem para eles. Artigo de Orly Noy.

O diário israelita diz que a responsabilidade pela tragédia que se abateu sobre Israel no fim de semana cabe inteiramente a Benjamin Netanyahu. Leia aqui o editorial do Haaretz.

O ataque indiscriminado às populações civis viola o direito internacional. Isto aplica-se aos massacres perpetrados pelo Hamas ou pela Jihad Islâmica, mas também aos bombardeamentos de edifícios residenciais pelo Exército israelita. Declaração da Presidência da Esquerda Europeia.

Número de deslocados devido aos bombardeamentos subiu para 187 mil. Israel não poupa edifícios civis nem ambulâncias em Gaza, enquanto prepara invasão terrestre.