Lisboa

Em reação às declarações de Carlos Moedas sobre ter dado ordens à Polícia Municipal de Lisboa para deter pessoas e às da ministra da Administração Interna que se mostrava disponível para o estudar, Fabian Figueiredo fala numa subversão do Estado de Direito Democrático.

Confrontado com uma notícia que prova que mentiu sobre as responsabilidades do seu executivo na colocação dos painéis publicitários da JC Decaux, Carlos Moedas exaltou-se na Assembleia Municipal.

Carlos Moedas autorizou as localizações dos paineis gigantes propostas pela JC Decaux, apontadas como um perigo para peões e automobilistas, sem ter em conta o parecer do IMT. Bloco fala em “incúria” e requer auditoria independente do LNEC.

A capital portuguesa é uma das cinco cidades europeias mais afetadas pela poluição que tem como causa os cruzeiros. A informação é de um estudo da organização ambientalista europeia Transport & Environment e é referente a 2023.

Durante anos, a autarquia partilhou dados de organizadores de comícios e manifestações com terceiros. O procedimento foi conhecido em 2021 quando manifestantes anti-Putin descobriram que os seus dados pessoais tinham sido comunicados à embaixada e ao Ministério dos Negócios Estrangeiros russos.

A direita que governa a autarquia da capital votou contra mas a proposta que estipula que o problema seja resolvido até outubro acabou mesmo por avançar.

Desde 2022 que a companhia fundada por Jorge Silva Melo sabia que ia ter de sair do Teatro da Politécnica. A Câmara Municipal de Lisboa comprometeu-se a arranjar uma solução, mas a saída dos Artistas Unidos é feita em frustração e com incertezas sobre o futuro.

Durante mais de um ano, o Movimento Referendo pela Habitação recolheu assinaturas para referendar a presença do alojamento local em Lisboa. Agora, prepara-se para implementar o referendo, disputar a Assembleia Municipal e fazer campanha pelo direito à habitação.

Iniciativa quer que os lisboetas decidam se os alojamentos locais em prédios destinados à habitação devem regressar àquela função social. Alcançado o patamar mínimo das cinco mil assinaturas, o objetivo é chegar ao limite máximo das 7.500 e entregá-las após o verão.
 

O Bloco conclui que “Moedas é o motor da especulação na cidade, governando apenas para o turismo e os mais ricos e desistindo de trabalhar para quem vive e trabalha em Lisboa”.

A moção apresentada pelo Bloco foi aprovada pela maioria da vereação. Executivo da capital do país apela ao Governo para se juntar aos países da UE que já o fizeram.

O partido diz que há um “descontrolo orçamental” do executivo de direita e que este “esbanjou” milhões para “projetar a imagem do seu presidente”, uma propaganda que “sai demasiado cara a quem vive e trabalha em Lisboa”.

O presidente da distrital lisboeta do PSD e um dos “super-vereadores” da lista de Carlos Moedas é o mais recente arguido na operação “Tutti Frutti”. Bloco quer saber se o autarca vai manter a coerência e afastar Ângelo Pereira.
 

O plano apresentado por Carlos Moedas esta quinta-feira anuncia um aumento de 50% da rede ciclável. Mas o aumento inclui as ligações já previstas, algumas que já estão feitas e as de Monsanto que não se destinam à mobilidade urbana, aponta o Bloco.

Trabalhadores da EGEAC subiram aos palcos do teatro São Luiz e do Teatro do Bairro Alto com t-shirts onde se lia “Genocídio não é Cultura”. Entregaram um abaixo-assinado à direção da empresa, insurgindo-se assim contra a cedência do cinema São Jorge para a festa de aniversário da criação de Israel.

Enquanto decorre o genocídio em Gaza, Carlos Moedas decidiu apoiar a festa dos 76 anos da criação do Estado de Israel promovida pela embaixada. Vereadora Beatriz Gomes Dias questiona Moedas e defende retirada do apoio. “Genocídio não é cultura”, diz Comité de Solidariedade com a Palestina, que convoca uma concentração na quarta-feira às 18h em frente ao cinema São Jorge.

A oposição na vereação juntou-se para que passem a existir 800 vagas no sistema housing first até ao fim do mandato do executivo. O vereador Ricardo Moreira defendeu que é uma “medida muitíssimo importante” porque “a cidade está a arder, há tendas em todo o lado. Precisamos de uma resposta agora, não até 2030”.

O vice-presidente do CDS Diogo Moura foi acusado pelo Ministério Público de tentar subverter duas eleições para o Conselho Nacional do partido. Bloco quer que Moedas cumpra o que afirmou publicamente e substitua de imediato o seu vereador acusado de dois crimes.

Contrato foi assinado logo após a desvinculação do presidente da Assembleia da República do escritório que fundou. Pela Gebalis assinou um administrador que foi adjunto de Aguiar-Branco no governo de Passos Coelho e que agora se tornou chefe de gabinete do ministro da Economia.

Mandatário da IL e promotor do +Liberdade criou associação à qual Moedas queria entregar cinco milhões para executar um projeto que o próprio autarca lhe tinha sugerido antes de tomar posse. Dúvidas da oposição levaram à retirada da proposta.