Internacional

Nesta entrevista ao semanário Real News, Alexis Tsipras mostra-se confiante numa maioria absoluta e critica o primeiro-ministro por fugir aos debates.

Depois da Nigéria, a seita islâmica do Boko Haram espalha o terror no norte dos Camarões. Reportagem de Ngala Killian Chimntom, da IPS.

Uma investigação jornalística desmente a versão oficial sobre o massacre de Ayotzinapa e compromete o Exército e a Polícia Federal nas ações. Artigo de Anabel Hernandez e Steve Fisher, da Agência Pública, publicado pelo Opera Mundi.

Mais de 25% dos eurodeputados exige uma investigação às práticas no Luxemburgo que favoreceram a evasão fiscal de centenas de grandes empresas quando Jean Claude Juncker era primeiro-ministro do Grão-Ducado. A eurodeputada bloquista Marisa Matias coordenou a negociação com os Verdes do texto final do requerimento.

Argiris Panagopoulos, jornalista do diário Avgi e militante do Syriza, falou ao esquerda.net sobre a campanha eleitoral na Grécia e o rumo do Syriza.

“A realidade é que os serviços secretos franceses têm muitas perguntas para responder sobre o acontecido” afirma Julian Assange em entrevista à Carta Maior. “Os serviços de segurança da França sabiam das atividades dos responsáveis pelo massacre e, no entanto, deixaram de vigiá-los”, sublinha Assange. Por Marcelo Justo.

Em vídeo, a campanha de Samaras usa o atentado de Paris para atacar o Syriza. O primeiro-ministro grego centra agora a campanha na imigração e na segurança, para além de continuar a usar a ameaça da saída da Grécia do euro. Nesta quarta-feira, conta com o apoio de Mariano Rajoy.

Por um momento, há quatro anos, parecia que os ditadores do Médio Oriente seriam uma coisa do passado. Entretanto, nem mesmo a queda de vários governos conseguiu desbaratar a política de apoio aos ditadores amigos que os Estados Unidos aplicam há décadas. Por Amanda Ufheil-Somers

A mais recente edição do semanário humorístico francês Charlie Hebdo é ilustrada por uma caricatura do profeta muçulmano Maomé a segurar um cartaz com a inscrição “Eu sou Charlie”, enquanto abaixo do cabeçalho da publicação se pode ler a frase: “Tudo é perdoado”.

Quem não estiver disposto a falar criticamente sobre a democracia liberal deve também se calar sobre o fundamentalismo religioso. Artigo de Slavoj Zizek, publicado no blogue da Boitempo.

 

Dimitrios Stratoulis é o responsável pela política de emprego do Syriza. Neste artigo apresenta-nos as medidas anti-austeridade que serão postas em prática se a Grécia mudar de rumo a 25 de janeiro.

Dois dias depois da manifestação que juntou 80 mil em Bilbau contra a dispersão dos presos da ETA, a Guardia Civil levou a cabo nova operação contra a estrutura de apoio aos presos.

As concentrações e marchas de solidariedade com o Charlie Hebdo e todas as vítimas dos atentados de Paris resultaram na maior mobilização de sempre.

Há possibilidades e potencialidades populares a emergir da crise da urbanização planetária e os seus múltiplos mal-estares.

A Amnistia Internacional assinala em comunicado que este poderá ser “o ato mais letal no catálogo de ataques cada vez mais depreciáveis” do grupo. O assalto a Baga provocou a fuga de sete mil refugiados para Chad, segundo avança o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

Durante a sessão “Grécia – viragem na Europa?”, que teve lugar este sábado em Lisboa, Catarina Martins frisou que “à chantagem responde-se com a solidariedade”. “Vemos o medo a mudar de lugar. A Grécia pode dar um exemplo de que há uma saída para a crise", defendeu a porta voz do Bloco.

Diversas fontes dentro da Al Qaeda na Península Arábica confirmaram que o grupo iemenita coordenou o ataque. Uma revista jihadista forneceu pistas do local do massacre. Artigo de Felipe Amorim, publicado no Opera Mundi.

Segundo o economista Philippe Legrain, “a redução da dívida não é apenas uma questão de justiça”, é uma “necessidade económica”. “Contrariamente à propaganda da UE e do governo de Samaras, a Grécia não está a ultrapassar a crise”, acrescenta.

Com as sondagens a indicarem uma votação sem precedentes, os candidatos nas listas do Syriza comprometem-se com regras de transparência financeira e da lealdade ao programa e à lista pela qual serão eleitos. Publicamos o Código de Conduta aprovado para as eleições de 29 de janeiro.

Alegando que quer apertar o controlo médico para os motoristas, na medida que existem muitos acidentes rodoviários no país, o governo de Moscovo elencou inúmeros “transtornos mentais” que justificam a proibição de conduzir.