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Dossier 312: Parto e parentalidades

Esther Vivas é socióloga e jornalista. Em Mama Desobediente procura "politizar a maternidade".

"A esquerda não foi capaz de elaborar um discurso próprio sobre a maternidade"

Março 27, 2020

"A maternidade foi sempre um tema incómodo para o feminismo". Em entrevista, Esther Vivas explica as razões pelas quais as feministas dos anos 60 e 70 caíram "num certo discurso anti-materno e anti-reprodutivo como reação à imposição do patriarcado  para que as mulheres exerçam a experiência materna". No seu último livro, afirma a mãe como "sujeito ativo, com capacidade de tomar decisões, que se reconcilia com o próprio corpo, fortalecendo-se na gravidez, parto e amamentação".

Violência Obstétrica, um crime contra os direitos humanos

Violência Obstétrica, um crime contra os direitos humanos

Março 19, 2020

É absolutamente necessário que os hospitais transmitam à mãe e ao bebé tranquilidade em vez de stress, segurança em vez de medo, e que criem as condições necessárias à libertação de oxitocina, ao invés de adrenalina, a maior responsável pelas paragens de trabalho de parto, que invariavelmente acabam em cesarianas. Artigo de Laura Ramos.

A amamentação em Portugal: políticas públicas necessárias

A amamentação em Portugal: políticas públicas necessárias

Março 17, 2020

Não basta recomendar a amamentação, são precisas medidas que fomentem uma maior consciência sobre a fisiologia da amamentação, e da sua importância na saúde e bem estar socioeconómico das famílias e sociedade. Artigo de Ana Filipa Antunes.

Parentalidade e Masculinidades Cuidadoras

Março 17, 2020

A conquista da igualdade por parte das mulheres exige o envolvimento dos homens. É por isso necessário trazer os homens para o espaço privado da família, fazendo-os partilhar com as mulheres as tarefas domésticas e os cuidados aos filhos. A aspiração à paternidade cuidadora está assim no epicentro das novas masculinidades: as masculinidades cuidadoras. Artigo de Susana Atalaia.

Cartaz em manifestação pela humanização do parto em Fortaleza, Brasil.

Direitos na Gravidez, Parto e Pós-Parto

Março 17, 2020

Embora os direitos na gravidez, parto e pós-parto sejam direitos humanos, a violência obstétrica é um fenómeno comum, que tem na sua génese o desrespeito pela mulher e pelos seus direitos sexuais e reprodutivos. Artigo de Mia Negrão.

Grávida no corredor das urgências da Maternidade Alfredo da Costa, Lisboa.

Violência obstétrica: o caso português

Março 17, 2020

Nas suas múltiplas dimensões, a violência obstétrica traduz-se na perda de autonomia das mulheres num momento de importância crucial das suas vidas sendo, por isso, necessário contribuir para a visibilização deste fenómeno e para o reconhecimento dos direitos das mulheres no contexto da gravidez e do parto. Artigo de Catarina Barata e Dulce Morgado Neves.

Adiamento da gravidez e decisões reprodutivas

Adiamento da gravidez e decisões reprodutivas

Março 17, 2020

Em Portugal a idade de nascimento do primeiro filho tem aumentado sucessivamente, facto que impacta a fertilidade, gravidez e parto nos grupos etários mais avançados. Por que razão adiam as mulheres a gravidez e quais as consequências? Artigo de Ana Campos.

Nascer e morrer em Portugal

Nascer e morrer em Portugal

Março 17, 2020

Em 2018 morreram 17 mulheres durante a gravidez, parto e puerpério. Quase o dobro do que no ano anterior. Artigo de Mariana Falcato Simões.

Que bonito, parecem mesmo uma família a sério

Que bonito, parecem mesmo uma família a sério

Março 17, 2020

Optar pela adoção como modelo de parentalidade é embarcar numa aventura simultaneamente maravilhosa e aterradora. Dirão que isso não difere da parentalidade biológica. À primeira vista poderá assim parecer, mas existem diferenças significativas. Artigo de Sandra Cunha.