Política

A coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, afirmou esta quarta feira que, no dia 29 de setembro, temos “um instrumento poderoso” ao nosso dispor: “o poder de avaliar a troika e de rejeitar a política de empobrecimento do país”.

"Pobreza", "Desemprego", "Gente sem casa", "Precariedade", "Transportes públicos caros" e "Especulação" foram os alvos a abater pelo candidato bloquista à Câmara de Lisboa num jogo de bowling gigante realizado no Rossio. Em seguida, João Semedo e Catarina Martins reuniram com a APRE sobre a resposta dos reformados aos anunciados cortes nas pensões.

Em pleno caos na abertura do ano escolar, Nuno Crato anunciou um exame obrigatório de Inglês no 9º ano. Dois meses antes, acabou com o ensino obrigatório de Inglês no 1º ciclo, aumentando a desigualdade no conhecimento da língua dos alunos que irão a exame. Para Catarina Martins, "esta medida revela o desnorte de um ministro que gosta de brincar à exigência".

Durante a apresentação do programa eleitoral da candidatura “Por Beja com todos”, o candidato à presidência da autarquia, José Lopes Guerreiro, defendeu “uma avaliação externa às contas da Câmara e das empresas municipais de Beja logo no início do mandato".

A coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, e o cabeça-de-lista do partido à Câmara Municipal de Valongo, Eliseu Pinto Lopes, explicaram este domingo a importância do voto no Bloco de Esquerda como arma fundamental para a defesa dos serviços públicos.

Na segunda-feira, dia 16 de setembro, iniciou-se mais um ano letivo para a maioria dos alunos do concelho de Vouzela. O início deste ano é marcado por vários problemas que subsistem desde há muito, nomeadamente os transportes escolares e a necessidade de intervenção nas instalações na Escola Secundária de Vouzela, e de novo, a agregação da Escola Secundária de Vouzela com a EBI de Campia.

A Comissão Nacional de Eleições diz que vai estar atenta à atividade dos candidatos às autárquicas nos dias 28 e 29 de setembro. E a proibição de propaganda não se limita a apelos ao voto.

Esta terça à noite, o teatro Rivoli foi pequeno para tanta gente que veio assistir a um espetáculo que juntou música, política e insubmissão em torno da candidatura do Bloco no Porto. José Soeiro acredita que no dia 29 "é possível vencer a direita no Porto e eleger um vereador para fazer convergências à esquerda" e Catarina Martins acusou Passos de "querer dividir Portugal em dois".

A revelação dos pareceres assinados por Maria Luís Albuquerque quando era responsável pela agência que controla a dívida pública não deixa dúvidas ao líder parlamentar bloquista: "Passos Coelho tem de perceber que é inevitável demiti-la", defende Pedro Filipe Soares.

O Bloco de Esquerda defendeu esta terça-feira que o novo ciclo de que o Governo fala, focado no crescimento e investimento, "não existe", continuando presente um "caminho de destruição da economia" de Portugal.

O candidato bloquista Kol de Carvalho quer apostar na rede de miniautocarros existente, tornando-a mais funcional e retirando do centro da cidade os autocarros que vão para fora de Ponta Delgada.

A candidata do CEM, Inês Barbosa, esteve no bairro social de Santa Tecla acusou a gestão socialista à frente da Câmara de Braga de "não fazer nada" nos bairros sociais da cidade.

No jantar de arranque da campanha que reuniu centenas de pessoas em Salvaterra, Manuel Neves, o candidato bloquista à Câmara, prometeu continuar a política de proximidade com os cidadãos e rigor financeiro que marcou a gestão de Ana Cristina Ribeiro.

O Bloco de Esquerda defendeu esta terça-feira não haver “nenhumas condições” para Maria Luís Albuquerque se manter como ministra das Finanças, depois de o antigo presidente da Estradas de Portugal a ter desmentido na comissão parlamentar de inquérito aos contratos swap.

A coordenadora do Bloco de Esquerda Catarina Martins classificou, segunda-feira à noite, de "fantasia" os incentivos do Governo para a criação de emprego anunciados pelo ministro Pedro Mota Soares, que só podem ser explicados "pela cegueira do fanatismo ideológico de quem continua a achar que o empobrecimento é o rumo para este país".