Uma diferença de apenas 48 votos dá ao PS o quinto vereador e afasta a eleição do candidato dos Cidadãos por Coimbra. O movimento reconhece ter ficado aquém do objetivo eleitoral.
Nas eleições autárquicas de 2017, o Bloco de Esquerda elegeu 12 vereadores, 125 deputados municipais e 213 de freguesia e, na votação nacional para as Câmaras Municipais, passou de 120.958 para 170.027 votos.
Catarina Martins reagiu aos resultados eleitorais já conhecidos, que confirmam o crescimento do Bloco em número de votos e mandatos eleitos nos órgãos autárquicos.
Catarina Martins considerou a violência policial na Catalunha "grave" e, "independentemente" do que se pense sobre o referendo, merece uma condenção do governo português.
No comício de encerramento da campanha autárquica do Bloco de Esquerda, esta sexta-feira na Alfândega do Porto, Catarina Martins falou sobre o país “que tem sido esquecido” pelas maiorias absolutas. Por isso, pede o voto no Bloco “contra a alternância” e o “clientelismo” autárquico.
Para Catarina Martins, o Porto precisa de uma “mudança, e o Bloco pode fazer toda a diferença”. A cidade “precisa mais” do que a relação “novelesca de entendimentos e desentendimentos” entre o Partido Socialista e Rui Moreira.
As diferentes forças políticas “com projetos alternativos ao absolutismo até hoje reinante” em Cascais, definiram “20 propostas para uma alternativa democrática em Cascais".
A candidata do Bloco de Esquerda à Câmara de Évora, Maria Helena Figueiredo, diz que é “inaceitável” haver “tanta gente a precisar de casa” no concelho e defende que é preciso pôr a Habévora no "eixo certo".
A candidata do Bloco de Esquerda à Câmara de Braga denunciou o “clima de terror” contra os trabalhadores da Agere, exigiu a demissão do administrador Rui Morais e acusou o presidente da Câmara, Rui Rio, da coligação PSD/CDS-PP/PPM de ser “incompetente.
Enquanto inspetor tributário, o candidato do PSD a Loures colaborou na elaboração de um parecer que isentou de IVA a empresa que trouxe dezenas de líbios para tratamentos médicos com base numa declaração que o Ministério Público suspeita ser falsa.
O candidato bloquista à Câmara de Lisboa escreveu na sua página no facebook, dá conta da mensagem que recebeu “não poderia ter melhor forma de entrar no último dia desta campanha do que receber esta mensagem de apoio do João Semedo”.
A coordenadora bloquista salientou que foi a força do Bloco de Esquerda em 2015 que “mudou o quadro político e desbloqueou o país” e realçou que Ricardo Robles “estará no seu mandato por inteiro e mais ninguém [em Lisboa] dá essa garantia”.
O prazo inscrito na lei para criação da rede de centros de recolha e fim do abate de animais errantes está a ser ameaçado por atrasos e instruções contraditórias dos organismos do Estado. Bloco chamou Secretários de Estado a dar explicações no parlamento.