Política

Catarina Martins declarou, neste sábado, que, independentemente do que se pense sobre a Catalunha, “a Constituição da República Portuguesa põe como exigência da nossa política externa o respeito pela autodeterminação dos povos”.

Aterro sanitário, que trata resíduos de 19 municípios de três distritos, foi gravemente atingido por incêndio florestal. Presidente da Câmara de Tondela deu a conhecer a situação ao deputado Pedro Soares, que visitou o concelho.

Segundo Pedro Soares, “só uma floresta ordenada, saudável, diversa e multifuncional é que pode ter racionalidade e sustentabilidade económica”. “Ao fim de centenas de milhares de hectares ardidos esta é cada vez mais uma evidência”, frisou. Bloco apresenta novas propostas para a reforma florestal.

Mariana Mortágua criticou hoje o recurso a cativações para reduzir o défice abaixo das metas definidas. Mário Centeno garantiu que em 2018 a despesa cativa será menor à verificada este ano. 

A iniciativa partiu do Bloco de Esquerda com a apresentação, em maio de 2017, de um projeto de lei que corrige os critérios e garantias prestadas pelo Fundo. O projeto será discutido esta quinta-feira, na Assembleia da República.

“Hoje também está em causa se aceitamos, como democracia e como parlamento, a instrumentalização das vítimas e a desumanização dos adversários como formas de debate político”, acusou o deputado Jorge Costa.

No debate da moção de censura do CDS, o deputado do Bloco Pedro Soares questionou o Governo sobre a necessidade de “um compromisso com a mudança” na gestão pública da floresta, alegando que "há o perigo de que tudo fique na mesma”, tal como a direita gostaria.

No debate da moção de censura ao governo, a coordenadora do Bloco apontou que nada muda “se a Proteção Civil e a floresta continuarem reféns” dos privados, se o “interior continuar sem serviços públicos”, se o “território continuar abandonado”.

Os bloquistas do concelho disponibilizaram-se a “dar corpo a uma plataforma de entendimento que permitisse uma governação autárquica à esquerda para os próximos quatro anos”, porém “o PCP rejeitou liminarmente a possibilidade de se concretizar o acordo escrito”.

O primeiro-ministro, António Costa, nomeou, nesta terça-feira, Tiago Martins Oliveira para presidente da Estrutura de Missão para a Instalação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda, critica a nomeação.

No encerramento do encontro “Um Plano B para a Europa”, Catarina Martins afirmou que o Tratado de Lisboa trouxe “apenas imposição, cegueira e incapacidade de atuação”, e realçou a importância da luta "por maiorias sociais progressistas" capazes de transformar a Europa.

Referindo-se às medidas anunciadas pelo Conselho de Ministros, o líder parlamentar do Bloco, Pedro Filipe Soares, considerou que “foram dados passos no caminho certo”, no âmbito da prevenção e do combate a incêndios, mas o SIRESP, por exemplo, “deveria ter gestão pública”.

Na abertura do encontro “Um Plano B para a Europa”, Catarina Martins acusou o “modelo europeu neoliberal” de retirar capacidade de decisão aos povos e apontou que “só com solidariedade e capacidade de intervenção pública poderemos estar à altura de ultrapassar os problemas maiores que se colocam neste século”.

O Bloco de Esquerda condena a decisão de Mariano Rajoy, anunciada este sábado de manhã, de suspender a autonomia da Catalunha e destituir todo o governo da Generalitat. "A repressão não é um caminho aceitável em estados democráticos", defende Catarina Martins.

As operações extrativistas, a partir das formas mais tradicionais de atividades mineiras e agrícolas, cujas raízes remontam ao início da era colonial, expandem-se para outras áreas, desempenhando um papel predominante e estratégico no biocapitalismo contemporâneo. Por Sandro Mezzadra e Stefano Rota.