Política

Sindicato denuncia um “imenso o rol de atropelos à dignidade humana e aos direitos dos trabalhadores na Lanifato”. O Bloco de Esquerda questiona o governo e pergunta “que medidas estão a ser tomadas de forma a dar cumprimento à legislação laboral na empresa”.

No debate do OE 2018, na generalidade, José Manuel Pureza afirmou que o Bloco vota favoravelmente o documento que “recupera rendimentos a começar pelos contribuintes mais atacados pelo Governo anterior” e apontou que as “mudanças estruturais” têm de ir mais longe.

O Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República um voto de protesto pela prisão de governantes catalães e pela “constituição desses presos políticos”. Na Catalunha, milhares de pessoas protestam nas ruas.

Na abertura do debate orçamental, a coordenadora do Bloco defendeu que os docentes com carreiras e salários congelados há 13 anos “não podem ficar sem resposta” neste Orçamento.

Fernando Medina e Ricardo Robles assinaram o acordo político para o mandato na Câmara de Lisboa. Robles avisou o Presidente da Câmara que deve esperar “mais exigência e não menos” do Bloco e Medina respondeu com a satisfação de passar a pedir contas ao trabalho do novo vereador.

O Bloco de Esquerda está a negociar com o governo a criação de um complemento de pensão que retire da miséria os pensionistas com carreiras longas e que no fim do subsídio de desemprego foram empurrados para a reforma antecipada, sofrendo os cortes do anterior governo.

Bloquistas de Lisboa aprovam acordo de 80 pontos que introduz pilar público no Programa Renda Acessível e garante manuais escolares gratuitos até ao 12º ano. O vereador Ricardo Robles assumirá pelouros nas áreas da Educação, Saúde, Direitos Sociais e Cidadania.

Os deputados José Manuel Pureza e Carlos Matias visitaram os três concelhos do distrito de Coimbra mais severamente afetados pelos incêndios: Oliveira do Hospital, Lousã e Penacova.

O projeto de lei do Bloco propõe a regulação do Alojamento Local através de medidas “urgentes e preventivas”, para travar “a destruição do direito à habitação” e “impedir a turistificação das cidades”.

O Bloco defende “o resgate público dos contratos com privados que estão a desproteger o interesse público e criam dificuldades na articulação das várias valências no Sistema Nacional de Saúde”, como é hoje o caso do Centro de Reabilitação do Norte, anunciou Catarina Martins.

"Não é coisa pouca a liberdade de informação e de comunicação, é um pilar essencial da democracia e, portanto, é preciso tomar opções decisivas para impedir esta concentração”, defendeu Catarina Martins, referindo-se à compra da Media Capital, dona da TVI, pela Altice.

“Independentemente da posição que se possa ter sobre a Catalunha, o Governo português não pode fazer tábua rasa da sua própria Constituição”, que impõe “o respeito pela autodeterminação dos povos”, disse a deputada Isabel Pires, anunciando que o Bloco irá apresentar um voto de repúdio no parlamento.

Salientando que estamos num ano de uma “tremenda seca”, Catarina Martins defendeu a necessidade de novas regras para o ordenamento dos recursos hídricos, durante a visita a um amendoal superintensivo plantado por uma multinacional, sem “o mínimo respeito pela história” e “sem olhar a nenhuma regra”.

O jornalista alemão Markus Preiss divulgou no twitter uma minuta de declaração de apoio ao governo espanhol sobre a Catalunha, elaborada pelo governo de Mariano Rajoy. O governo português copiou e publicou-a. Bloco apresentará voto de protesto na AR.

"Tem que existir um consenso no país para pôr os recursos ao serviço do que é preciso. Julgo que ele existe, o Governo tem condições para o fazer, deve fazê-lo, e até tem margem orçamental para o fazer ainda este ano em grande medida", defendeu Catarina Martins em Vouzela.