Política

Lembrando que a direita alargou a admissibilidade de contratos a prazo aos jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração, Catarina Martins defendeu que “a dignidade do trabalho exige o combate à precariedade”.

O deputado Moisés Ferreira defende que o novo regime "continua a insistir em alguns erros”, ao criar “dificuldades no acesso à formação especializada" e ao admitir a possibilidade de a prova de acesso à especialidade ter custos. Bloco requer apreciação parlamentar do diploma.

Pedro Filipe Soares voltou a criticar os atrasos no PREVPAP e apelou aos precários da administração pública para que enviem testemunhos para o email [email protected].  Sobre as longas carreiras contributivas, os bloquistas exigem que o governo cumpra com o que prometeu até ao fim de março. 

Esta terça-feira, as jornadas parlamentares passaram pelo Pinhal do Rei, na Marinha Grande. Nesta mata nacional, duramente afetada pelos fogos do passado verão, Catarina Martins alertou que ou existem “mecanismos para proteger a floresta ou as tragédias vão continuar a acontecer”.

A proposta, que será votada esta terça-feira na AML, pretende anular a concessão a privados, lançando concurso público para nova direção artística.

Num jantar/comício, de encerramento do primeiro dia das jornadas parlamentares do Bloco de Esquerda no distrito de Leiria, Catarina Martins avisou que o Governo tem até ao final do mês de março para lançar os concursos em atraso para a vinculação de precários à função pública.

Na sessão de abertura das jornadas parlamentares, a coordenadora do Bloco de Esquerda avisou o Governo que os “problemas estruturais da economia portuguesa” só se resolvem à esquerda.

Bloco de Esquerda organiza dois dias de jornadas parlamentares no distrito de Leiria focadas nos serviços públicos, na defesa do ambiente e no combate à precariedade. Em entrevista ao portal esquerda.net, Heitor de Sousa apresenta a proposta bloquista de investimento na linha ferroviária do Oeste. 

Falando aos jornalistas, o deputado do Bloco Heitor de Sousa reforçou a proposta da rede básica de telecomunicações voltar para a esfera pública, considerando que a Altice é “incompetente” na gestão destas redes.

Na abertura da jornada “Refundar a RTP com uma política de serviço público”, Catarina Martins defendeu a necessidade de um amplo debate e deixou um alerta: "A falta de condições na RTP está a criar um cenário de crescente externalização dos seus serviços, o que é uma forma de privatização parcial".

A proposta do Bloco pretende normalizar o regime de reembolso aplicado aos partidos, aproximando-o do que é aplicado ao “setor social”. Assim, "ficará inequívoco que não é possível pedir a restituição do IVA com angariações de fundos ou coisas similares", explicou Pedro Filipe Soares.

Esta sexta-feira, em Santa Maria da Feira, numa sessão promovida pelo Bloco, “Em defesa do Serviço Nacional de Saúde”, Catarina Martins criticou a falta de resposta da Tutela, nos dossiês negociais com as várias profissões da saúde, defendendo ainda “uma nova lei de bases que separe o público do privado”.

O grupo parlamentar escolheu um dos distritos mais afetados pelos incêndios de 2017 para mostrar ao país que “ainda há dificuldades para suprir” na coesão territorial e acesso aos serviços públicos.

O voto de condenação dos bombardeamentos sobre a população civil de Ghouta, proposto pelo Bloco, foi aprovado no parlamento com os votos contra do PCP e Verdes. O líder parlamentar do PCP afirmou que o texto podia ser subscrito por Donald Trump.

“O Governo deve recuperar os CTT para a esfera pública o mais depressa possível”, defendeu o deputado bloquista Heitor de Sousa no debate parlamentar desta quinta-feira.