Política

O médico bloquista João Semedo afirmou esta terça-feira à Lusa que a despenalização da morte assistida “é uma questão de tempo”, frisando que nos últimos dois anos se “avançou imenso na compreensão das problemáticas do fim de vida”.

Numa entrevista à RTP 2, o galardoado com o Prémio Nobel da Literatura defendeu que “ninguém tem o direito de dizer a uma pessoa, você vai ficar aí, ligado a esses tubos. Devemos aceitar-lhe a morte porque é isso que a pessoa quer”.

No programa eleitoral do CDS às eleições legislativas de 2011 nada constava sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, o que não impediu o partido de Assunção Cristas de apresentar um projeto de lei que restringia o acesso ao aborto, apesar de o assunto ter sido discutido e aprovado em referendo, recordou o deputado bloquista Moisés Ferreira.

José Manuel Pureza explica que o projeto de lei do Bloco propõe “que se respeite a possibilidade de antecipação da morte daqueles a quem a doença e o sofrimento privam da dignidade que sempre se exigiram com todas as garantias de controlo”.

Doze anos após a última campanha de desarmamento, o Bloco de Esquerda quer a abertura de um novo prazo para que os cidadãos possam entregar armas de fogo e munições sem serem alvo de procedimento criminal.

Comissão Europeia lamenta que 82% dos trabalhadores mais precários estejam nesta situação “involuntariamente” e quer que governo aja.

Maria Manuel Rola, deputada do Bloco, defendeu esta segunda-feira a suspensão de todos os despejos até à aprovação de uma nova lei das rendas.

Catarina Martins espera que na terça-feira o Parlamento aprove na generalidade a despenalização da morte assistida, para posteriormente se encontrar, na discussão na especialidade, “a melhor solução técnica e jurídica” para a concretizar.

Marisa Matias afirmou que o Bloco está sempre disponível para “convergir naquilo que melhorar a vida dos portugueses”, mas sublinhou que é preciso enfrentar “as regras impostas por Bruxelas que não nos deixam investir em setores estratégicos, como a Saúde e a Escola Pública.

A reforma curricular, os direitos laborais no Ensino Superior e a qualidade da investigação foram alguns dos temas discutidos no encontro organizado pela Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda do Porto.

Bloco de Esquerda informa que votará contra caso o ministro Vieira da Silva decida avançar com o aumento do período experimental de 90 para 180 dias em jovens no primeiro emprego e desempregados de longa duração.

Bloco de Esquerda considera que estas novas medidas de proteção social são uma vitória dos trabalhadores independentes, lembrando que resultam de uma longa negociação entre o Bloco e o governo.

Em dois pedidos de esclarecimento, o Bloco endereçou perguntas ao ministro da Cultura sobre os concursos de apoio às artes e questionou o Governo sobre a sobrevivência dos projetos artísticos excluídos.

O Ministério da Educação informou que os docentes com qualificação profissional que tiverem cumprido 365 dias de serviço nos últimos seis anos em escolas da rede pública serão “posicionados na 2.ª prioridade” nos concursos.

PCP anunciou que, na votação do próximo dia 29, em que se debaterá no parlamento a despenalização da morte assistida, irá votar contra.