Começou esta segunda-feira a greve dos Motoristas de matérias perigosas pelo reconhecimento do seu estatuto e melhores condições de trabalho. Associação patronal tem sido pouco recetiva, e fixação de serviços mínimos já seguiu para os tribunais.
Mariana Mortágua assinala que o programa apresentado pelo Governo não tem ambição e só visa "cumprir e até ultrapassar a mais ínfima décima e a mais ínfima regra europeia”, preocupando-se muito pouco com preparar o país “para os enormes desafios que vamos ter no futuro".
Os bancos que trabalham em Portugal têm 3,8 mil milhões de euros de créditos fiscais, acumulados durante o tempo da troika, para abaterem nos impostos a pagar nos próximos anos. Bloco considera-o “dinheiro perdido” e quer aplicar-lhes uma taxa anual de 1,5%.
A lei exige auditorias anuais à atribuição de vistos gold, mas a última realizou-se em 2014. Nessa altura, era apontada a ineficácia do controlo interno.
Catarina Martins desafiou o PS a rever a legislação laboral com a esquerda para aprofundar o caminho contra a precariedade. Saudou também o surgimento de uma geração de novos sujeitos políticos que antes não tinham voz, no encerramento da conferência de jovens do Bloco em Lisboa.
O socialismo é contra a natureza humana? Acaba sempre em ditadura? É possível na União Europeia? Eis algumas das questões abordadas no livro ABC do Socialismo, cuja introdução pode ler no esquerda.net.
O Bloco apresentou este sábado a sua proposta de um plano ferroviário nacional para as próximas décadas. Reabertura e construção de novas linhas visam recuperar a ferrovia para níveis mais próximos da média europeia. Promover a coesão do território, proteger o ambiente, aumentar a capacidade produtiva do país são objetivos centrais.
A Câmara Municipal de Lisboa irá permitir novos alojamentos locais em zonas de contenção. Os estabelecimentos terão autorização para funcionar durante cinco anos.
Na véspera da conferência do Plano B, que decorre este fim-de-semana em Estocolmo, o Esquerda.net publica uma declaração política redigida por Marisa Matias, Malin Bjork, Manon Aubry, Miguel Urban e Nikolaj Villumsen.
É o aumento do emprego e dos salários, a par da diversificação das fontes de financiamento da Segurança Social, que contribuirá para a sustentabilidade do sistema de pensões, defendeu o Bloco esta sexta-feira em reação ao estudo que propõe aumentar ainda mais a idade de reforma.
O Bloco desafiou o PS a aprovar “com a esquerda uma legislação laboral que seja equilibrada”. Assim, propôs que fossem eliminadas “três normas de precarização” que já foram acordadas com os patrões e que estão previstas na proposta de lei do governo.
Acompanhada por vários candidatos do Bloco, Marisa Matias entregou a lista às próximas eleições europeias e falou das perspetivas eleitorais, do Brexit e da prisão de Assange.
Em entrevista ao Público e Rádio Renascença, Marisa Matias diz que o poder dos lóbis levou a que Bruxelas nada fizesse para regular o setor financeiro após a crise.
José Soeiro afirmou esta quarta-feira no parlamento que “os salários super-sónicos” dos gestores são ganhos “à custa do que não se paga a cada dia a quem faz verdadeiramente a riqueza das empresas”. O deputado pensa ainda que “a democracia não pode conviver com as desigualdades salariais”.
O projeto de lei que o Bloco entregará esta quarta-feira propõe que os doentes graves, crónicos ou oncológicos ou que tenham uma incapacidade igual ou superior a 60% tenham uma majoração de 10% no subsídio de doença. O Bloco quer ainda rever mudar a Lei de Bases da Saúde, travar a fuga de profissionais para o privado e acabar com as barreiras de acesso ao SNS.