Política

No debate de Marisa Matias com Nuno Melo, a eurodeputada do Bloco frisou que foi contra a política de cortes de pensões e brutal austeridade da troika, de PSD e CDS, ao contrário do eurodeputado do CDS.

A comissão parlamentar de educação e ciência da Assembleia da República aprovou nesta quinta-feira a contagem integral dos 9 Anos 4 Meses e 2 Dias, reivindicados pelos docentes. Mário Nogueira considera que há "avanços importantes" para os professores.

Esta quinta-feira, durante o debate quinzenal, Catarina Martins afirmou que “o que hoje o PS pede à esquerda é que deixe a porta aberta para que a gestão privada se mantenha e possa até expandir-se no futuro, ao sabor das opções do momento. No fim de contas, o PS propõe à esquerda que dê razão a Cavaco Silva e admita a lógica da privatização do SNS”.

A ERSE passou desde o Verão de 2018 a regular os combustíveis derivados de petróleo, além da eletricidade e gás. Mas continuam por regulamentar as taxas para financiar estas novas competências. Consumidores de eletricidade e gás pagam parte da diferença.

Num debate entre cabeças de listas candidatas ao parlamento europeu, Marisa Matias criticou a estratégia europeia, afirmando que "quando foi preciso que as instituições europeias respondessem, não faltou dinheiro para a banca” e lembrando ainda os cortes nas pensões e nos salários durante os governos PSD/CDS.

Catarina Martins frisou que é tempo “de todas as forças políticas assumirem esta necessidade no nosso país de respeitar quem vive do seu trabalho, de valorizar todos os salários, de combater a precariedade, de combater os horários longos demais para os salários curtos demais”.

A proposta do Bloco pedia a suspensão, durante um ano, de novas licenças de alojamento local no Porto. Mas foi chumbada pelas bancadas da direita na Assembleia Municipal.

Dezenas de personalidades do mundo da saúde e da cultura subscrevem uma carta aberta dirigida ao líder do PS sobre os últimos desenvolvimentos no debate da Lei de Bases da Saúde.

O primeiro debate é entre seis candidatos e passa na SIC esta quarta-feira às 21h. Em seguida, Marisa Matias vai debater na RTP3 com Nuno Melo na quinta e com Paulo Rangel no domingo, ambos às 21h.

No mercado do Fundão, Marisa Matias considerou a subida da extrema-direita em Espanha um aviso para Portugal. Catarina Martins sublinhou a importância da ferrovia no interior. Sobre a Lei de Bases da Saúde, considerou um acordo necessário para salvar o SNS, mas não os privados.

Catarina Martins reafirmou, este domingo no Porto, que o Bloco de Esquerda “leva a sério o repto de António Arnaut e João Semedo para salvar o Serviço Nacional de Saúde” e sublinhou que “Estado Social é futuro e não passado”.

Com o título “20 Anos a construir impossíveis”, a exposição é a maior mostra de materiais (veja alguns neste artigo) alguma vez realizada, um grande repositório das duas últimas décadas da história do partido e também do país.

Nuno Melo disse à Lusa que o Vox não é um partido de extrema- direita, que é “talvez à direita do CDS em Portugal”, e admite a sua entrada no PPE. Recorde-se que o Vox exigiu a eliminação de medidas contra a violência machista para apoiar o governo de direita na Andaluzia.

“Os offshores existem para favorecer as empresas multinacionais e o 1% mais rico”, denunciaram as eurodeputadas Marisa Matias e Ana Gomes no debate promovido pelo Bloco. Catarina Martins considerou urgente acabar com a possibilidade de deputados fazerem também parte de sociedades de advogados.

Catarina Martins afirmou que “ainda é possível uma Lei de Bases à esquerda”: “Haja essa palavra clara para que a negociação, a convergência que foi conseguida, seja levada até ao fim”, frisou, garantindo que o Bloco “nunca fechará a porta a esse caminho”.