Política

Esta quinta-feira, em Coimbra, Catarina Martins e José Manuel Pureza apresentam o programa para a cultura, o ensino superior e a ciência. O partido quer inscrever no Orçamento de Estado 1% do PIB para a Cultura, integrar todos os precários dos organismos públicos, investir 3% do PIB em ciência e investigação e chegar à propina zero.

Através de um comunicado, o Bloco de Esquerda Açores manifestou o seu profundo pesar pelo falecimento do eurodeputado do Partido Socialista André Bradford.

Proposta do Bloco, que será votada sexta-feira, visa a adoção das medidas necessárias ao reconhecimento da isenção de IMI para as Repúblicas de estudantes de Coimbra com estatuto de interesse histórico e cultural local, tal como aprovado no Orçamento do Estado para 2019.

Associação Portuguesa Fertilidade sublinha que o chumbo da proposta do Bloco, que foi rejeitada na especialidade pelo PSD, CDS e PCP, é “irresponsável” e colocará “em causa toda a gestação de substituição”. Votação na generalidade acontece esta sexta-feira.

O Bloco de Esquerda divulgou nesta quarta-feira que na próxima legislatura apresentará a proposta de despenalização da morte assistida. Catarina Martins lembrou que esse é um dos “nossos compromissos” com João Semedo, no jantar de homenagem ao dirigente do Bloco falecido há um ano.

"Queremos que o BCE conduza a sua política com o mesmo tipo de critérios que tem a Reserva Federal" dos EUA, explica José Gusmão. Na política europeia, Bloco quer também o BCE fora dos resgates aos bancos e a “autonomia total do país na tomada de decisões sobre o sistema financeiro”.

Catarina Martins e Moisés Ferreira apresentaram esta terça-feira em Aveiro o programa eleitoral para a educação e a saúde. O Bloco quer uma escola pública que seja “um pilar da igualdade” e apresenta medidas urgentes para “salvar o Serviço Nacional de Saúde”.

Todas as propostas votadas esta terça-feira foram chumbadas pela convergência do PS, PSD e do CDS, inclusive o projeto do Bloco sobre despedimentos que tinha sido aprovado na generalidade pelo PS. Também não se avançou nada para proteger os trabalhadores por turnos.

O Parlamento Europeu vota esta terça-feira a eleição de Ursula Von der Leyen para presidente da Comissão Europeia. A ministra alemã conta com o apoio do PPE e da extrema-direita. E também do primeiro-ministro português. Para Marisa Matias, a sua eleição “perpetuaria as políticas que nos trouxeram a crise económica e mais desigualdade”.

Beatriz Dias ocupa o 3.º lugar na lista do Bloco de candidatos e candidatas por Lisboa às eleições legislativas. A ser eleita, a ativista priorizará a agenda anti-racista que “é muito ampla”, existindo “tantas mudanças para concretizar”.

Na comissão parlamentar de inquérito, a deputada Mariana Mortágua apontou responsabilidades aos sucessivos governos, ao Banco de Portugal e às administrações da CGD, pelos atos de gestão do banco público.

Catarina Martins e José Soeiro apresentaram neste domingo o programa eleitoral para o trabalho, a segurança social e o combate à pobreza. O objetivo é a criação de emprego com direitos e o combate essencial é a precariedade, tanto nas formas clássicas (contratos a prazo e trabalho temporário), como nas novas formas (outsourcing e uberização).

O Bloco apresentou como mandatário o militar de Abril Mário Tomé por ser um homem “comprometido com as lutas da esquerda e com uma posição antimilitarista que traduz o compromisso do Bloco com a defesa da paz e direitos humanos”.

Numa arruada em defesa dos transportes públicos, Catarina Martins reforçou a ideia de que o acordo sobre a Lei de Bases da Saúde é “um avanço muito importante” e desafiou o PS a abandonar a ideia de uma linha circular no metro de Lisboa alargando-o para servir mais populações.

Pedro Filipe Soares anunciou em conferência de imprensa o acordo alcançado para a aprovação à esquerda de uma nova Lei de Bases da Saúde sublinhando que este segue a proposta do Bloco e que “é um grande dia para o SNS” e "uma grande vitória de António Arnaut e João Semedo".