Política

Entrevistado pelo esquerda.net a poucas semanas das eleições regionais, Paulino Ascenção faz o balanço do mandato de Miguel Albuquerque e aponta as prioridades do Bloco para uma viragem política na Região, que signifique também romper com a teia de interesses formada pelos grupos económicos que prosperaram à sombra do jardinismo.

O Presidente da República pediu a fiscalização preventiva do diploma sobre procriação medicamente assistida. Na sua página no facebook, o deputado Moisés Ferreira afirma: “Esperamos pela posição do Tribunal Constitucional com uma certeza: o Bloco não desistirá destas mulheres”.

Nas duas maternidades de Coimbra há falta de obstetras e serviços funcionam no limite. Encerramento das urgências durante duas noites foi possibilidade esta semana. José Manuel Pureza exigiu ao governo a contratação de pessoal, tal como Parlamento recomendou há meses.

“No INEM não faltam só as ambulâncias, também faltam 300 profissionais”, lembrou Catarina Martins esta segunda-feira. A coordenadora do Bloco diz que este é só um exemplo do investimento orçamentado que não avança por falta da assinatura do ministro das Finanças.

Catarina Martins afirmou neste domingo que num período de campanha eleitoral é natural que os partidos mostrem as suas diferenças, salientou que “o país precisa de um governo que seja capaz de garantir trabalho digno”, realçando que é bom ter “a humildade de reconhecer o que foi feito em conjunto”.

Em entrevista ao Esquerda.net, a professora e ativista LGBTI+ Fabíola Cardoso, candidata por Santarém, fala sobre a ausência de um programa de combate a todas as discriminações e a necessidade de fazer as pazes com os professores e criar condições de estabilidade nas escolas.

O candidato independente é encenador, fundador do Grupo de Teatro Camões: Centro Cultural Português e do Festival Internacional de Teatro Mindelact em Mindelo, Cabo Verde. João Branco foi condecorado pelo Presidente da República no dia 10 de junho.

Bloquistas querem eleger em Viseu uma deputada cuja distância em relação a Lisboa não se traduza em 300 km de amnésia e mantenha a devida independência do centralismo que compactua com os lóbis que despovoam o interior.

O Bloco apresenta as suas "escolhas fortes para responder às várias crises que vivemos". Escolhas essas que defendem e reforçam o Estado Social, o direito à habitação, os direitos laborais e protegem o ambiente da fúria extrativista que ameaça a vida na Terra. O programa está disponível em programa2019.bloco.org.

Catarina Martins e José Soeiro reuniram com representantes da CGTP, entre os quais o seu secretário-geral, Arménio Carlos. Em cima da mesa estiveram as medidas aprovadas no final da legislatura pelo PS e a decisão de pedir ao Tribunal Constitucional a sua fiscalização sucessiva.

O Bloco formalizou esta sexta-feira no Tribunal de Setúbal a entrega da lista de candidatos pelo círculo eleitoral do distrito à Assembleia da República. O partido tem um programa de mais investimento nos serviços públicos na região.

O INEM previa comprar este ano 75 novas ambulâncias de forma a equipar os postos de emergência médica. Apesar de a verba ser do próprio instituto, o Ministério das Finanças não autorizou a compra. O Bloco já fez chegar uma pergunta ao governo, apontando as suas incongruências ao longo do processo, questionando o veto e sublinhando a necessidade de renovação da frota.

O Bloco formalizou esta quinta-feira no Tribunal de Ponta Delgada a entrega da lista de candidatos pelo círculo eleitoral dos Açores à Assembleia da República. O partido tem um programa de mais investimento nos serviços públicos na região.

No final de uma reunião com a direção do sindicato do Pessoal de Voo da Aviação Civil, Catarina Martins afirmou que o governo deve acabar com os serviços mínimos para a greve na Ryanair, que “não presta nenhum serviço público”, e obrigar a empresa a cumprir a legislação portuguesa.

Na entrega da lista do Bloco distrito de Lisboa, Mariana Mortágua mostrou-se confiante com a perspetiva de crescimento do partido. E Diana Andringa, a mandatária distrital, sublinhou que aceitou assumir este papel porque o Bloco “tratou de assuntos que mais ninguém tinha tratado”.