Política

Na Lagoa de Óbidos, Catarina Martins falou de trabalho, afirmou que o Bloco chega a estas eleições “assumindo tudo o que fez” e alertou: “Quem diz uma coisa e apresenta outras contas das duas uma: ou tem promessas que não quer cumprir ou está a prometer cortes que não pôs no programa”.

No debate entre Catarina Martins e André Silva verificou-se grande convergência sobre bem-estar animal e ambiente e divergência sobre Estado Social e setor financeiro.

Na apresentação, Paulino Ascenção disse que a Madeira vive “num colonialismo modernizado" liderado pelos novos "patrões" da região. Pedro Filipe Soares afirmou que um voto no Bloco “vai da Madeira para o país virar a página das maiorias absolutas, e garantir uma política de progresso".

Catarina Martins defendeu neste sábado que o corte do fator de sustentabilidade nas pensões é uma prioridade e “uma urgência de justiça e respeito para com quem trabalha”, destacando os casos das longas carreiras contributivas, das profissões de desgaste rápido e dos trabalhadores por turnos.

No debate com António Costa, Catarina Martins alertou para os perigos da maioria absoluta, criticou a falta de contas do programa do PS e garantiu que o Bloco está sempre disponível para soluções que permitam estabilidade de salários e pensões. O secretário-geral do PS apelou ao reforço do seu partido, manifestou-se contra nacionalizações e deixou sem resposta a crítica aos gastos com a banca.

A contratação externa de serviços de limpeza, segurança e outras atividades são estratégias para empobrecer quem trabalha e concentrar a riqueza nas mãos dos patrões, denunciou Paulino Ascensão na campanha para as eleições regionais.

O estatuto que vai dar mais proteção às pessoas que prestam cuidados a familiares e pessoas dependentes “tem de ser transformado em políticas públicas, para não ser só uma lei escrita”, defendeu o deputado bloquista José Soeiro.

D. Januário Torgal Ferreira, Daniel Oliveira e Sara Barros Leitão discutem no dia 10 o “balanço e perspetivas da geringonça”. Seguem-se outros temas e convidados, sempre às terças-feiras às 21h30 no café Piolho, no Porto.

Em visita ao IPO de Lisboa, Catarina Martins deparou-se com dificuldades de contratação. Por isso, defendeu condições na carreira dos profissionais, mais investimento na saúde mas também autonomia de contratação porque não se pode “estar meses à espera da assinatura do Ministro das Finanças.”

O Bloco dos Açores quer ouvir no parlamento regional várias entidades ligadas à Provise, empresa cujos trabalhadores têm tido “salários em atraso de forma sistemática”.

Catarina Martins reafirmou esta quarta-feira que é imperativo investir em serviços públicos para combater o despovoamento. De acordo com a coordenadora do Bloco, em vez de frases vazias e discursos caridosos, precisamos de ter políticas públicas sérias.

Durante o debate com Assunção Cristas, Catarina Martins deixou bem claro que, entre descidas do IRC e benefícios fiscais para o capital que o CDS propõe e o fortalecimento dos serviços públicos, o Bloco escolhe a defesa e o investimento nos serviços públicos.

Esta terça-feira, em visita ao GAT - Grupo de Ativistas em Tratamentos, Catarina Martins afirmou que "é necessário haver uma articulação do SNS com comunidades muitas vezes excluídas e discriminadas" e insistiu numa política de prevenção universal.

Em visita a trabalhadores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, Catarina Martins relembrou a urgência de integrar os precários da administração pública e condenou "manobras dilatórias" do governo. Combate à precariedade é fundamental no setor público e privado, reiterou.

No encerramento do Fórum Socialismo 2019, José Soeiro lembrou António Costa que há outros cortes do tempo da troika que é preciso reverter antes de chegar ao do salário do primeiro-ministro.