Política

Num almoço na Madeira com cerca de 500 pessoas, Catarina Martins relembrou o que foi possível conquistar nos últimos quatro anos e o que falta fazer após as próximas eleições. Recuperar a saúde pública através do reforço do SNS será uma prioridade do Bloco, anunciou.

Em entrevista à agência Xinhua (Nova China), o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, diz também que “no mundo atual, é de grande importância que a China continue vigorosamente trilhando seu próprio caminho de construção socialista, sob a liderança do PCC".

Catarina Martins criticou as vozes patronais, como a CIP, que apostam numa maioria absoluta do PS para agravar a precariedade. Investimento e combate à precariedade serão duas prioridades nos próximos anos, anunciou.

Catarina Martins afirma que PS  quer “mãos livres e maioria absoluta” para poder voltar atrás em áreas nas quais a generalidade da população reconhece avanços. Coordenadora do Bloco de Esquerda comentava as declarações de Mário Centeno sobre maioria absoluta.

O candidato bloquista às regionais de 22 de setembro não compreende como o PS critica um modelo de desenvolvimento falhado e “depois vai elogiar o principal rosto desse modelo e dessas políticas”.

“Estar sempre a recorrer a empresas de prestação de serviços onde faltam médicos é uma forma de ir privatizando partes do SNS”, criticou Catarina Martins na Moita, salientando que o Hospital Garcia de Orta tem tido muita falta de profissionais e que “é urgente que os hospitais possam contratar de forma permanente os profissionais que precisam”.

Catarina Martins visitou a associação de diabéticos, falou sobre o alargamento das bombas de insulina aos jovens, medida proposta pelo Bloco e aprovada no parlamento, e apontou que a uma nova lei de Bases da Saúde “devem juntar-se práticas concretas para um novo paradigma”.

O deputado bloquista Moisés Ferreira não gostou de ouvir a ministra da Saúde admitir vir a lançar novo concurso para a gestão privada do Hospital de Vila Franca de Xira após o fim da atual concessão ao grupo Mello.

Catarina Martins esteve em Beja para apresentar a lista do Bloco e defender que é altura de investir no país e “acertar as contas” com a banca que está a dever 17 mil milhões aos contribuintes.

Por forma a garantir às pessoas com deficiências o direito a participar efetiva e plenamente na vida política e pública, em condições de igualdade com os demais, o Bloco adaptou o seu programa para leitura fácil, que se encontra disponível aqui.

No debate com Catarina Martins, o líder do PS foi confrontado com a ausência de contas às suas promessas eleitorais. O documento agora apresentado pelo PS confirma as dúvidas da coordenadora bloquista.

António Costa promete erradicar as carências de habitação até 2024, mas no programa eleitoral prevê gastar apenas 600 milhões para o conseguir. Ou as contas estão erradas ou o PS propõe-se realizar entre metade e um quarto do que promete.

Bloco defende a fixação do salário mínimo nacional em 650€ em janeiro de 2020 e aumento mais ambicioso ao longo da próxima legislatura. Sobre o cartel da banca, Catarina Martins em visita à feira da Vila do Prado condenou a falta de supervisão e disse que é preciso “mudar as regras para o sistema financeiro”.

No comício de Bragança, Catarina Martins falou nos problemas do interior, sublinhando que “a beleza desta paisagem não é para cartão postal, é para qualidade de vida de quem aqui vive, para a defesa do ambiente”. Mariana Falcato Simões e Pedro Oliveira, cabeças de lista de Vila Real e Bragança, deram voz aos problemas dos seus distritos.

Esta segunda-feira, numa visita à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Catarina Martins defendeu a necessidade de investir nos serviços públicos de forma a fixar população no interior.