Política

No final da reunião sobre a pandemia, realizada no Porto, o deputado Moisés Ferreira criticou a falta de caracterização socioeconómica das pessoas infetadas e defendeu que o Estado deve dar prioridade ao reforço de meios e profissionais em três áreas.

Na iniciativa de rentrée em Vila Nova de Famalicão, o Bloco de Esquerda apresentou novas propostas de proteção social para responder aos que mais perderam com a crise. O partido propõe o alargamento do acesso ao subsídio social de desemprego, recuperar o subsídio de desemprego e a criação de um novo apoio social.

Em Viseu, após inaugurar a oitava edição da Sementeira, Catarina Martins frisou que “é inaceitável que o Estado, que é ainda acionista do Novo Banco, feche os olhos a tudo o que se está a passar” e pague os prejuízos com o dinheiro dos contribuintes.

Esta semana, Marisa Matias e José Gusmão fazem um ponto de situação sobre o Plano Europeu de Recuperação e a polémica sobre os recursos próprios. Os eurodeputados do Bloco conversam ainda sobre a tragédia humanitária dos refugiados na Grécia e a situação na Bielorússia.

 

 

Em causa estão os subsídios sociais de desemprego cujos períodos de concessão ou renovação foram prorrogados até ao final do ano. Bloco alerta que “esta situação coloca os beneficiários da prestação numa situação de inaceitável fragilidade e desproteção” e “exige rápida reparação”.

Deputado bloquista Nelson Peralta alerta para a situação no Baixo Vouga com os seus “focos de poluição, mortalidade elevada de peixes, jacintos-de-água e um rio organizado para a indústria de celulose”.

Mariana Mortágua afirma que a auditoria da Deloitte ao Novo Banco não garante “rigor, seriedade e independência”, dado o evidente conflito de interesses. E exige que esta seja considerada nula, assim como os seus resultados.

O Governo aprovou esta quinta-feira a redução do IVA na electricidade de 23% para 13% em alguns escalões de consumo e para as famílias numerosas. Bloco critica o atraso e o impacto limitado da medida.

A proposta bloquista para a constituição de uma Comissão de Inquérito, que deu entrada esta quinta-feira na Assembleia da República, tem ainda como objetivo identificar os mecanismos que levaram à imputação dessas perdas ao Fundo de Resolução e os seus responsáveis.

Numa pergunta dirigida ao ministro Pedro Nuno Santos, o Bloco de Esquerda lembra que as anteriores recomendações da Boston Consulting Group “culminaram na descaracterização da TAP e provocaram inúmeros conflitos laborais”.

A deputada Mariana Mortágua anunciou a iniciativa e criticou Mário Centeno por se recusar a enviar ao Parlamento a auditoria interna do Banco de Portugal à resolução do BES, que ele próprio tinha pedido enquanto ministro e foi recusada pelo anterior governador.

O Núcleo Concelhio do Bloco de Esquerda da Covilhã contesta a incerteza da situação atual da mobilidade urbana do concelho, particularmente no que diz respeito aos transportes públicos. Artigo publicado em Interior do Avesso

Mariana Mortágua defende que não há nenhuma razão para que o relatório entregue ao Parlamento se mantenha confidencial. Quanto ao conteúdo da auditoria, ele deixa sem resposta a questão essencial: está a Lone Star a enganar os contribuintes portugueses?

O Nobel da Paz congolês que enfrenta ameaças de morte no seu país foi ouvido pelo Parlamento Europeu. Marisa Matias sublinhou a esperança na vitória dos direitos humanos sobre os interesses das multinacionais.

Durante uma visita a uma escola em Lisboa, Catarina Martins sublinhou a preocupação pela inexistência de um levantamento da necessidade de professores e assistentes operacionais para o novo ano letivo, tendo em conta que muitos pertencem a grupos de risco e terão de ser substituídos.