Política

Catarina Martins defendeu que as “novas restrições obrigam a medidas de apoio económico e social mais fortes”. Caso contrário, o executivo “deixa boa parte da população abandonada” e sem capacidade para cumprir as regras.

Os Santeiros do Coronado foram eleitos uma das 7 Maravilhas da Cultura Popular num concurso da RTP. As chamadas contratualizadas pelo executivo municipal ajudaram. Um "desperdício" e "má gestão da despesa pública", defende o Bloco.

Após uma reunião com o Conselho Nacional de Juventude, Catarina Martins reforçou duas das propostas do Bloco no debate orçamental na especialidade: a reversão do alargamento do período experimental e proteção dos trabalhadores precários quando as empresas são apoiadas pelo Estado.

No encontro realizado esta terça-feira no Porto, houve queixas sobre exclusão de apoios, burocracia, condições de habitação e casos de xenofobia.

O partido justifica o sentido de voto pela manutenção do investimento e reforço “muito significativo” da resposta social à pandemia, “garantindo apoio junto das famílias, comércio e serviços”. Apesar disso, defende “políticas alternativas” para a habitação e critica atrasos sistemáticos nas obras públicas.

Mariana Mortágua acusa Mário Centeno de entrar no debate orçamental para recuperar a “matriz ideológica que sustentou as políticas de austeridade”.

A candidatura de Marisa Matias a Presidente da República ganha forte apoio de estudantes em todo o país.

Bloco propõe que os apoios tenham como base a faturação de 2019 e não de 2020 e incluam um programa de apoio às rendas para os espaços comerciais. Para Catarina Martins, “teria mais sentido fazer uma redução fiscal para já e não apenas para o futuro”.

O Grupo +60 realizou esta sexta-feira um debate sobre Lares e Apoio Domiciliário. Os convidados da iniciativa, o deputado José Soeiro e a assistente social Teresa Salselas, defenderam que é preciso criar uma rede de respostas públicas e trabalhar no sentido da desinstitucionalização progressiva.

Marisa Matias e António Lima alertaram este sábado que se ultrapassou “uma linha que se julgava intransponível” e que “temos a temer pela democracia” quando um partido como o PSD abdica “de um conjunto de princípios para chegar ao poder” e legitima a extrema-direita.

Bloco considera que, “num momento em que os profissionais de saúde se mostram fundamentais para o país e para o contexto em que o país se encontra, não se compreende que se pretenda fazer reforço de profissionais com condições precárias e com degradação dos salários”.

No fundo aprovado por Socialistas e Verdes com a direita não há exclusão do financiamento à indústria fóssil e é introduzido um mecanismo de sanções aos países. “Não vimos já este filme?”, questiona o eurodeputado bloquista.

Catarina Martins esteve no protesto dos vigilantes privados no Porto e defendeu que empresas como a Comansegur devem ser alvo de uma investigação. Trabalhadores garantem que só saem do seu posto de trabalho mediante ordem da ministra.

O debate online realiza-se esta sexta-feira, 13 de novembro, pelas 21h. Será orientado por Maria Deolinda Martin e conta com a presença de José Soeiro e Teresa Salselas.

Para Catarina Martins, o alargamento dos horários dos hipermercados “aumenta a concorrência desleal” face ao pequeno comércio e é uma “violência tremenda” sobre os trabalhadores, “feita com a desculpa da pandemia”.