Política

O Bloco de Esquerda tenta impedir no Parlamento dos Açores a transformação do Pavilhão do Mar num casino. O partido quer que este espaço seja destinado a atividades abertas ao público e que sejam concluídas as obras previstas na  Calheta Pêro de Teive.

Após apresentar lucros, o Novo Banco vai exigir mais 200 milhões de euros ao Fundo de Resolução.

O presidente da Câmara do Porto optou por apresentar na reunião de Câmara uma moção de congratulação à NATO. Concelhia bloquista acusa o autarca de querer fazer "jogo político" com a guerra na Ucrânia. Na reunião da Câmara, o Bloco votou a favor de todas as outras moções e a do Bloco foi aprovada por unanimidade.

Na sexta-feira, o Bloco de Esquerda promoveu um debate sobre a agressão militar da Rússia à Ucrânia com a dirigente bloquista Isabel Pires, o professor Marcos Farias Ferreira e o major general Carlos Branco.

Catarina Martins realçou que “é importante que todos os partidos votem para acabar com os vistos gold”, porque Portugal “é um dos países que tem um regime mais permeável à corrupção e ao branqueamento de capitais e que está, efetivamente, a ajudar a oligarquia que ganha com a guerra”.

Catarina Martins defendeu que são precisas medidas de dois tipos: fixar os preços, “porque claramente há uma cartelização nos combustíveis que está a fazer um assalto aos consumidores”, e diminuir o imposto sobre produtos petrolíferos (ISP).

A repetição das eleições legislativas no círculo da Europa está marcada para o próximo dia 13. Teresa Soares e Bruno Fialho reforçam o apelo ao voto “porque a voz dos emigrantes precisa de ser ouvida”.

A iniciativa organizada pelo Bloco conta com intervenções de Marcos Faria Ferreira, professor no ISCSP-UL, do Major-general Carlos Branco e a moderação de Isabel Pires.

Augusto Santos Silva remete para o Banco de Portugal a aplicação das sanções financeiras a oligarcas russos. Mariana Mortágua acusa o Governo de "lavar as mãos dessa responsabilidade" porque "não parece estar interessado" em ir atrás dos oligarcas com interesses em Portugal.

Diversos deputados de direita e extrema-direita lançaram uma campanha de notícias falsas, mentindo sobre as posições assumidas no Parlamento Europeu, onde o Bloco votou a favor da resolução de condenação da invasão russa. O DN também participou no coro, mas acabou por repor a verdade.

No auge da crise na Ucrânia e da anexação da Crimeia em 2014, o governo PSD/CDS promovia a angariação de vistos gold para os milionários russos com verbas do Turismo de Portugal, presidido pelo atual líder da Iniciativa Liberal.

Seja qual seja a visão geoestratégica que usemos para analisar a guerra, os factos são os factos: à semelhança das invasões cometidas pelos Estados Unidos no Iraque ou Afeganistão, a da Rússia busca ocupar a capital do país vizinho, derrubar o seu presidente e substituí-lo por um fantoche a seu serviço. Por Luís Leiria

porLuís Leiria

O grupo parlamentar da Esquerda subscreveu a resolução. Bloco votou contra pontos que recomendam reforço da NATO e corrida ao armamento.

Na SIC-Notícias, a deputada critica o governo por não se conhecerem as diligências que estão a ser feitas para identificar e investigar os interesses dos oligarcas russos em Portugal. Lembrou também que o governo de Passos Coelho “ia à Rússia vender vistos gold”.

Em entrevista à RFI a propósito das eleições presidenciais em França, Cristina Semblano critica o PS francês e as políticas de empobrecimento que aplicou quando governou. Candidatos há muitos, mas quase todos oferecem o mesmo: "gerir o sistema neoliberal”.