Em 2024, a rede de lojas de artigos de decoração para o lar empregava perto de cem trabalhadores. Depois da falência da casa-mãe belga, foi a vez da sucursal portuguesa encerrar de vez deixando dívidas a dezenas de trabalhadores, à Segurança Social, ao Fisco e a muitas outras empresas.
Há muitas ações que o nosso e outros governos poderiam e deveriam estar a levar a cabo: ter uma flotilha que levasse alimentos e medicamentos a Gaza; aplicar sanções a Israel; impor um embargo a todas as armas que alimentam o genocídio; reconhecer o estado da Palestina sem condições.
No Porto e em Lisboa, trabalhadores de todo o país juntaram-se contra o pacote laboral. Catarina Martins considera que é preciso um “sobressalto cívico”.
O desprezo pela verdade não é um acidente. É o sintoma de um conflito interno, profundo, que nos divide entre aquilo que somos e aquilo que queremos parecer. Infelizmente, muitos preferem abrigar-se na mentira. Mas ela prejudica sempre alguém. Um dia seremos nós.
Sessão com participação de Dima Mohammed, Lídia Jorge, Peter Stilwell, Bruno Maçães, Carlos Almeida, Ana Catarina Mendes, Pedro Guerreiro, Marisa Matias e António Morgado. Fotos de Rafael Medeiros.
Sindicato e comissão de trabalhadores tinham levantado questões de segurança à empresa em várias ocasiões. Esta última pediu uma reunião a Carlos Moedas há dois anos que nunca se realizou. O papel da empresa de manutenção dos elevadores de Lisboa continua a gerar dúvidas.
Na sessão pública que juntou figuras da sociedade civil e representantes dos partidos de esquerda, exigiu-se o fim do comércio de armas com Israel e considerou-se que o reconhecimento do Estado da Palestina por parte de Portugal foi tardio e tem de ser acompanhado de mais medidas no sentido de travar o genocídio em curso.
Três vetos presidenciais foram rejeitados em votações na Câmara dos Deputados e no Senado argentino. Verbas para um hospital pediátrico, mais investimento nas universidades e transparência no financiamento das regiões vão assim ser uma realidade.Com eleições nacionais à porta, a motosserra parece ter emperrado.