Artigos Opinião Esquerda

Só uma resposta combativa, unitária dos trabalhadores e do povo pode travar esta cavalgada de injustiças encetada pela política deste governo.

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Em 2024, a rede de lojas de artigos de decoração para o lar empregava perto de cem trabalhadores. Depois da falência da casa-mãe belga, foi a vez da sucursal portuguesa encerrar de vez deixando dívidas a dezenas de trabalhadores, à Segurança Social, ao Fisco e a muitas outras empresas.

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Há muitas ações que o nosso e outros governos poderiam e deveriam estar a levar a cabo: ter uma flotilha que levasse alimentos e medicamentos a Gaza; aplicar sanções a Israel; impor um embargo a todas as armas que alimentam o genocídio; reconhecer o estado da Palestina sem condições.

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No Porto e em Lisboa, trabalhadores de todo o país juntaram-se contra o pacote laboral. Catarina Martins considera que é preciso um “sobressalto cívico”.

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O desprezo pela verdade não é um acidente. É o sintoma de um conflito interno, profundo, que nos divide entre aquilo que somos e aquilo que queremos parecer. Infelizmente, muitos preferem abrigar-se na mentira. Mas ela prejudica sempre alguém. Um dia seremos nós.

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Sessão com participação de Dima Mohammed, Lídia Jorge, Peter Stilwell, Bruno Maçães, Carlos Almeida, Ana Catarina Mendes, Pedro Guerreiro, Marisa Matias e António Morgado. Fotos de Rafael Medeiros.

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“Águas Passadas Que Movem Moinhos”

Retrospetiva de 1992.

Edição nº 458, de 20 de Setembro de 2025

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Sindicato e comissão de trabalhadores tinham levantado questões de segurança à empresa em várias ocasiões. Esta última pediu uma reunião a Carlos Moedas há dois anos que nunca se realizou. O papel da empresa de manutenção dos elevadores de Lisboa continua a gerar dúvidas.

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Na sessão pública que juntou figuras da sociedade civil e representantes dos partidos de esquerda, exigiu-se o fim do comércio de armas com Israel e considerou-se que o reconhecimento do Estado da Palestina por parte de Portugal foi tardio e tem de ser acompanhado de mais medidas no sentido de travar o genocídio em curso.

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Três vetos presidenciais foram rejeitados em votações na Câmara dos Deputados e no Senado argentino. Verbas para um hospital pediátrico, mais investimento nas universidades e transparência no financiamento das regiões vão assim ser uma realidade. Com eleições nacionais à porta, a motosserra parece ter emperrado.