Para o Bloco/Açores, os últimos resultados semestrais do Grupo SATA são “a demonstração do falhanço da estratégia” da direita açoriana para a companhia aérea.
População em pânico sofreu com os bombardeamentos que prosseguem esta terça-feira. Israel diz que o alvos são do Hezbollah, mas tal como em Gaza são os civis que sofrem os ataques.
Entre as cidades que se manifestam este sábado estão Lisboa e Porto, mas também Portimão, Lagos, Covilhã, Aveiro, Braga, Funchal, Ponta Delgada, entre outras. Plataforma que organiza a manifestação aponta para retrocessos do governo de direita.
Anúncio da composição do governo francês confirma-o como o mais à direita do macronismo. Alguns dos novos ministros manifestaram-se com a extrema-direita contra os direitos LGBT.
Edifício das antigas oficinas de fardamento deveria ter passado para as mãos do Ministério da Habitação mas ainda está vazio. Deputado bloquista José Soeiro fala em necessidade de "começar rapidamente a reabilitar este edifício e a construir resposta habitacional e de alojamento estudantil".
Bloco de Esquerda e associações do movimento pela libertação da Palestina entregaram mais de 3.000 assinaturas pela retirada do pavilhão português ao navio Kathrin. Mariana Mortágua diz que Paulo Rangel ficará conhecido como "o barqueiro das bombas com que estão a cometer o genocídio em Gaza".
Partido apresentou várias propostas legislativas sobre saúde sexual e reprodutiva, entre as quais a comparticipação de terapêuticas para a menopausa e medicamentos para a endometriose, e a sensibilização para a violência obstétrica.
Foi um dos pensadores mais influentes do nosso tempo, conhecido pela sua análise crítica do pós-modernismo e pela sua firme adesão ao marxismo. A sua influência perdurará, alimentando novas gerações de críticos, pensadores e ativistas que procuram desmascarar as estruturas de poder na nossa cultura contemporânea.
No Brasil, a suspensão da plataforma X levanta questões profundas sobre a regulação das big techs e a soberania nacional. Embora a medida seja vista como uma ação drástica, ela tem alimentado alguma esperança de que possa representar um ponto de inflexão no combate ao poder desmedido dessas corporações.
Muitas organizações LGBTQ do Ocidente mantém silêncio face ao genocídio quando não declaram o apoio a Israel. O homonacionalismo permeia o imaginário LGBTQ e não é incomum ouvir pessoas LGBTQ dizerem que o povo de Gaza merece o genocídio.