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Opinião

2 Outubro, 2011

O Secretário de Estado da Cultura, aquele que não tem ministro, falou.

2 Outubro, 2011

João Pereira Coutinho pergunta “não será do interesse de um patrão racional, e da empresa que ele dirige, manter um trabalhador eficiente?” O busílis da questão não é nem nunca foi a “eficiência” do trabalhador(a), a questão é mesmo a forma de contratação...

1 Outubro, 2011

Que há Europa a mais e há Europa a menos é algo que esta crise torna cada vez mais patente.

1 Outubro, 2011

É um fartar vilanagem…à custa de recursos públicos que são de todos os portugueses. O Estado vai deixar de receber milhões em dividendos de empresas que vão ser vendidas a preço de saldo.

1 Outubro, 2011

Seis governos - os da Alemanha, do Reino Unido, da Suécia, da Holanda, da Dinamarca e da República Checa - querem reduzir em 75 por cento o montante dedicado ao europeu de assistência alimentar aos mais carenciados e extingui-lo em 2013.

30 Setembro, 2011

Não é fácil perceber esta lógica dos brandos costumes da opinião pública. Sobretudo quando parecem ter sido há muito ultrapassados todos os limites à dignidade e quando se tornou claríssimo que os sacrifícios não são para todos.

30 Setembro, 2011

Ou o presidente da Comissão assume por real o mundo imaginário que criou e nos transforma a todos em extra-terrestres dentro da nossa própria casa, ou é bom que pense em reformar-se.

29 Setembro, 2011

O programa educativo de Crato é agressivo e implica transformações substanciais na forma como concebemos a educação e a missão da escola. Mas muito do que diz cola nas representações das pessoas. Para recuperar a hegemonia, a esquerda precisa de ir à luta contra estas falsas evidências.

29 Setembro, 2011

Merkel põe em primeiro plano os interesses económicos da Alemanha das elites e tem uma visão limitativa da Europa, desinteressando-se por completo da questão social. É este o modelo europeu que defende.

28 Setembro, 2011

É sabido que toda a política austeritária, a que os donos de Portugal estão a submeter a larga maioria dos cidadãos, não passa de uma oportunidade para legitimarem o acerto de contas com o susto que a revolução de Abril lhes provocou.

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