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Opinião

3 Maio, 2010

O protesto de 29 de Maio tem que ser um dia de mobilização geral para enfrentar a agressividade sem fim contra o conjunto dos trabalhadores.
 
 

1 Maio, 2010

É inaceitável que o sistema financeiro empreste dinheiro aos países a taxas de juro elevadas, agravando a situação financeira dos Estados ao mesmo tempo que apresenta lucros altos nos picos da crise.

1 Maio, 2010

Porque não se põe fim a um oligopólio que nos trama, mas que foi incapaz de prever a bancarrota do Dubai e da Islândia?

1 Maio, 2010

É a própria Instituição [Igreja Católica], os seus representantes e as posições públicas que tomam e que tornaram, aos meus olhos, o Vaticano e o seu entorno em plataformas mais próximas do inferno na Terra do que do paraíso dos Homens e das Mulheres.

30 Abril, 2010

Não podemos aceitar uma tentativa, mesmo que disfarçada, de colocar trabalhadores contra desempregados, continuando a dar todos os benefícios a quem já tudo tem.

30 Abril, 2010

Não tem nunca de ser como os poderes do mundo ditam. A política estará onde não houver inevitabilidade económica ou fatalidade antropológica.

30 Abril, 2010

É formidável verificar como economias inteiras podem tombar à custa de nervosismos e inquietações de uma espécie de ente supremo...

29 Abril, 2010

Foram agora noticiados, aqui no Esquerda.Net, dois casos que merecem uma consideração mais próxima. O caso do empresário Domingos Névoa, agora absolvido pelo Tribunal da Relação. E o exame dado pelo Professor de Direito Paulo Otero aos seus alunos, colocando no mesmo contexto de análise jurídica o casamento entre homossexuais e o casamento entre humanos e animais ou mesmo só entre animais.

29 Abril, 2010

A imprensa internacional noticiou que, em Janeiro passado, um grupo de especuladores financeiros, entre os quais George Soros, realizou um jantar em Nova Iorque, no qual combinou especular contra o euro, provocando a sua desvalorização para cerca de um dólar.

28 Abril, 2010

Fazer contar para um concurso de mobilidade de professores contratados as notas de um sistema de avaliação considerado injusto por todos, cuja aplicação foi caótica, e que o próprio governo decidiu substituir, seria de facto hilariante, se não constituísse um drama para milhares de professores e uma mossa na qualidade da escola pública.

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