Opinião

Helena Pinto

Seria até interessante conhecer o “visto familiar” que o Conselho de Ministros produziu (trata-se de uma avaliação, nas próprias palavras do Governo) sobre o impacto do corte nos salários e nos subsídios em relação ao “estímulo à natalidade”.

Marisa Matias

As contas do próprio governo dizem-nos que devemos esperar uma taxa de crescimento média de cerca de 1% até 2050. Uma promessa de miséria a 40 anos.

José Manuel Pureza

A tentativa de mascarar de coragem e de músculo o que não é mais do que uma mostra de fragilidade só veio sublinhar a natureza caricatural que tem hoje a oposição do PS ao programa extremista da direita.

Miguel Portas

O resultado político linear da crise iniciada nos idos de 2008 é simples: todos caem.

O Governo só não é austero na demagogia com que quer escamotear o óbvio. Corta a quem menos tem, para beneficiar fiscalmente quem nunca pagou o que devia, como é o caso dos rendimentos de capital que foram isentos da sobretaxa que começará a ser cobrada dentro de dias a todos os trabalhadores.

João Ricardo Vasconcelos

Novas franjas de inconformismo e de sede de mudança estão a surgir onde menos se espera. Compete à esquerda agarrar estas oportunidades de crescimento.

Immanuel Wallerstein

A retirada marca o culminar da derrota americana no Iraque, apenas comparável à derrota dos Estados Unidos no Vietname.

Adriano Campos

Pedro Mota Soares agora comanda o ataque aos trabalhadores precários. Esta semana avisou-os que podem ir parar à prisão.

João Semedo

A Ordem dos Médicos tem alimentado uma campanha alarmista e de descrédito contra os genéricos. Esta campanha não tem razão de ser. A opção, livre e responsável, deve pertencer por inteiro ao cidadão.

José Gusmão

O PS viabilizará um desastre para o país acenando com alguma medida resgatada por entre os escombros. Uma estratégia tão oportunista como míope.

Álvaro Arranja

Mesmo perante a extorsão organizada sobre funcionários públicos e pensionistas, posta em prática por Passos Coelho, o PS "inseguro" opta pela abstenção.

Catarina Martins

Numa altura em que o Governo apresenta o Orçamento do Estado mais recessivo da democracia, PSD e CDS apostam tudo nos fait divers que possam desviar as atenções.