Opinião

André Julião

Os jovens não precisam de políticos – católicos ou não – a exigir maior participação na vida. Os jovens de hoje precisam de casas, de conseguir pagar a conta do supermercado e de salários que lhes permitam um pouco mais do que sobreviver sem ter de trabalhar 12, 14 ou 16 horas por dia.

José Manuel Pureza

Há um intenso caminho feito, por gente de um lado e do outro, para a construção de consensos que deem corpo a uma alternativa à economia que mata.

Francisco Louçã

Está incrustada no Vaticano uma cultura que, para além da crença religiosa, é uma potência. Francisco quer mudar os pontos cardeais da sua casa. É o que lhe devemos.

Sandra Cunha

Esta vassalagem do Estado português à Igreja Católica é um insulto à nossa democracia e à nossa laicidade. Afinal, a laicidade garante que todas as religiões sejam tratadas por igual. Depois disto, alguém pode argumentar que é o caso?

José Soeiro

Desde janeiro do ano passado, a prestação da casa já subiu mais de 70%. A banca, que recebeu dos contribuintes mais de 26 mil milhões de euros entre 2012 e 2020, já lucrou dois mil milhões a mais nos últimos meses. É escandaloso e imoral.

Beatriz Realinho

A existência de vários casos provam como estas jornadas estão longe de reconhecer pessoas LGBTQI+, apesar das mensagens de apoio e empatia por parte do Papa.

Manuel Afonso

Execrável. Criminosa. Só com estes e outros adjetivos, mais duros até, se pode qualificar a decisão, aparentemente iminente, de o Governo conservador britânico aprovar a licença para exploração de um campo petrolífero no Mar do Norte ― o chamado Rosebank.

Alberto Matos

Do baú das memórias, desenterro o artigo que escrevi na revista "A COMUNA" n.º 6, de Setembro 2004: "O fogo e as cinzas - desertificação avança", hoje republicado e cujo título alude à obra homónima de Manuel da Fonseca. O que mais choca é que ele está estupidamente atual.

É triste que a Ordem dos Advogados Portugueses tenha contribuído para alimentar a xenofobia e o preconceito face a advogadas e advogados brasileiros.

Jessica Pacheco

A dívida da região continua em trajetória ascendente. A opção pelo “endividamento zero” e pela redução de impostos – apesar de toda a propaganda do governo – só contribuiu para piorar a dívida pública dos Açores.

António Soares

Rui Moreira governa há três mandatos e as suas políticas de perseguição às pessoas em situação de sem-abrigo ou a expulsão de pessoas da cidade numa substituição deliberada da população residente por população flutuante, são apanágio dos seus executivos.

Francisco Louçã

O medo é uma força eleitoral. Vai ser usado mais intensamente e alimenta-se a si próprio numa espiral infindável. O que o centro não procura é o fim do medo: a segurança para a vida da gente.