O chanceler alemão é agora o mais impopular da história. Incapaz de controlar a sua coligação, tornou-se um símbolo de impotência num momento em que a crise assola o país. Alguns chegam mesmo a considerar um golpe palaciano para o afastar do poder.
Enquanto decorrem contactos entre representantes de Marrocos e Frente Polisário, com mediação dos EUA, os representantes da república saharaui dizem estar preparados para todos os cenários.
Destacado representante da minoria étnica miskita na Nicarágua desde os tempos da Revolução Sandinista, encontrava-se na condição de “desaparecido à força” desde 2023, mantido pelo regime de Ortega-Murillo em absoluto isolamento e sem qualquer informação sobre o seu estado de saúde ou paradeiro.
Os embates dos próximos 20 dias nas ruas, locais de trabalho e redes sociais na Colômbia definirão não apenas o nome do novo presidente do país, entre um neofascista e um progressista, mas em grande medida a correlação de forças na América do Sul.
Os onze membros da caravana humanitária para Gaza detidos em território da Líbia, entre os quais uma cidadã portuguesa, continuam a ver negado apoio legal. Dez dos detidos estão em greve de fome há quatro dias.
Um regime sem apoio popular que se mantém no poder através do recurso à força: é assim a Rússia de hoje. A deterioração da situação económica põe em causa a legitimidade do Kremlin, mas a força da repressão não deixa entrever qualquer revolta popular.
A segunda volta das eleições presidenciais será disputada a 21 de junho por Abelardo de la Espriella, que surpreendeu este domingo com 43% dos votos, e Iván Cepeda, com 41%. Gustavo Petro denuncia uma possível fraude de mais de 800.000 votos.
Ao entrar na cena política após o fracasso eleitoral do Partido Trabalhista, o antigo primeiro-ministro britânico defende mais inteligência artificial, menos ambições ecológicas e sociais e menos imigração. Um conservadorismo que vai ao encontro dos interesses dos seus doadores.
Xi Jinping visa provavelmente aproveitar o momento “Trump-Irão” para estabelecer um equilíbrio de forças mais favorável à China, com vista ao pós-Trump, como um facto consumado.
Os rabinos progressistas mais importantes do Reino Unido foram diretos ao reconhecer o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa honesta: a trajetória de extrema-direita e cada vez mais assassina de Israel representa uma “ameaça existencial” para o judaísmo.
A quem é que estão a saudar? Como é que conseguem continuar a desfilar como se nada tivesse acontecido, como se Israel não tivesse cometido crimes, como se não se tivesse tornado um Estado pária em todo o mundo? Não têm vergonha?
Decisão segue-se à recusa israelita de investigar os repetidos casos de agressões sexuais contra palestinianos por parte dos militares, guardas prisionais e colonos. Ministro da Defesa diz que a limpeza étnica de Gaza vai continuar.
Para além do que se possa delimitar penalmente entre o legal e o ilegal, é evidente que essa política dos negócios é radicalmente incompatível com uma poli-ética coerente por parte de uma esquerda que pretenda ser transformadora e alternativa.
Entre os dez ativistas está uma cidadã portuguesa. Governo diz estar a acompanhar a situação, de que teve conhecimento pelo menos há seis dias, quando foi questionado pelo Bloco de Esquerda.