A Praça Luís de Camões, em Lisboa, encheu-se de centenas de pessoas contra o candidato brasileiro. Joana Mortágua afirmou que as mobilizações internacionais mostram que, “para o mundo, não é indiferente a existência de um candidato fascista, machista e racista”, e que “não permitiremos que este faça da violência de género uma política de Estado”.