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Artigos dossier | 24 de March

Apoiado numa lei laboral cada vez mais liberal, o Trabalho Temporário cresceu à custa da crise e hoje continua a somar lucros, com a gestão de milhares de vidas precárias que usa e abusa como descartáveis. Até quando? Dossier organizado por Sofia Roque.

Artigos dossier | 24 de March

Os lucros das empresas de trabalho temporário (ETT) resultam pura e simplesmente do negócio de alugar pessoas. Sabemos do que se trata: de intermediar trabalhadores, ficando com uma parte do seu salário. É legítimo? Por José Soeiro.

Artigos dossier | 24 de March

No dia 1 de julho de 1949, a 32.ª conferência-geral da Organização Internacional do Trabalho, reunida em Genebra, decidiu convencionar a supressão progressiva das “Agências de Colocação não Gratuitas” e a obrigatoriedade da manutenção de “um serviço público e gratuito de emprego”.

Artigos dossier | 24 de March

Em Portugal, como em tantas outras matérias, aconteceu mais tarde. As empresas de trabalho temporário chegaram e instalaram-se nas barbas do Estado, moldando as leis e as regras do sector, alimentando um negócio lucrativo à base da precariedade alheia. Por Adriano Campos.

Artigos dossier | 24 de March

Fizemos as contas e constatámos que o CHO poderia poupar até 3 milhões de euros anuais se acabasse com o negócio das ETT, contratando diretamente todos os trabalhadores e trabalhadoras e com as remunerações salariais correspondentes à tabela da função pública. Por Carla Jorge e Ricardo Vicente.

Artigos dossier | 24 de March

As sucessivas vagas de desregulamentação das relações laborais por toda a Europa deixaram os trabalhadores, desempregados e empregados, numa posição particularmente desfavorável face ao capital. Hoje, a precariedade passou ser a ser a norma para quem consegue um contrato de trabalho. Por Nuno Teles.

Artigos dossier | 24 de March

A Empresa de Trabalho Temporário é uma empresa sui generis, sem processo técnico-produtivo próprio, que contrata quem não emprega para cedência a um terceiro que emprega quem não contrata. Por M. Regina Redinha.