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Artigos dossier | 5 de April

Uma impressionante reportagem da rede de TV ESPN (em inglês) mostra exemplos de comportamentos racistas das claques de clubes europeus contra jogadores negros da sua própria equipa ou da equipa adversária. Estrelas como Samuel Eto'o já perderam a cabeça em pleno jogo devido aos insultos ouvidos. No outro vídeo, uma publicidade feita em 2004 contra o racismo, que reuniu os brasileiros Roberto Carlos e Ronaldinho gaúcho e o francês Thierry Henry.

Artigos dossier | 5 de April

Uma colecção de anúncios publicitários contra o racismo e a xenofobia. Com legendas em espanhol

Artigos dossier | 5 de April

Veja o vídeo de Gabriel o Pensador cantando "Racismo É Burrice".

Artigos dossier | 5 de April

‘Eu não sou racista, porque não tenho nada contra as pessoas de cor se elas se assimilarem e cumprirem as nossas regras. Na verdade, alguns dos meus amigos são pretos...'
Talvez já tenha sido confrontado com esta opinião ou outra semelhante. Talvez já tenha tentado explicar que o significado da palavra tolerância não é que tudo é permitido.
Este texto da organização Unidos para a Acção Intercultural, da Rede Europeia contra o nacionalismo, o racismo, o fascismo e para o apoio aos migrantes e aos refugiados discute alguns conceitos usados frequentemente.

Artigos dossier | 5 de April

Comecemos por interrogar uma evidência: um imigrante é uma pessoa que se desloca de um Estado-nação para outro, com o objectivo de aí residir ou trabalhar. E é isso que ele é, de acordo com as definições oficiais. Mas no discurso corrente, nos meios de comunicação social e na linguagem dos partidos e dos funcionários do Estado, a palavra «imigrante» raramente é aplicada aos ingleses e alemães que cá vivem a sua reforma dourada, ou para os quadros das empresas internacionais a trabalhar em Portugal.

Artigos dossier | 5 de April

O cartaz do PNR contra os imigrantes é apenas a última etapa de muitas outras já percorridas no culminar de uma estratégia política de há muito traçada pela extrema-direita. O PNR veio não só para recuperar e ressuscitar o legado do salazarismo, mas, mais grave ainda, para reconstruir e recompor os grupos neonazis desestruturados pela dissolução do Movimento de Acção Nacional (cujos crimes o Tribunal Constitucional se recusou a condenar) após os assassinatos de Zé Carvalho e de Alcindo Monteiro, proporcionando-lhes assim uma plataforma de legitimação e de expressão política.