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Artigos dossier | 3 de April

As ETT's são um negócio chorudo e uma ferramenta perfeita para a acumulação capitalista e para a precarização, desresponsabilizando os empregadores, diminuindo salários e fragilizando os vínculos.

Artigos dossier | 3 de April

Em Portugal existem pelo menos 266 Empresas de Trabalho Temporário legalizadas que movimentaram mil milhões de euros em 2010, à custa da captação de cerca de 40 por cento dos rendimentos de 400 mil trabalhadores temporários.

Artigos dossier | 3 de April

Os lucros e os muitos milhares de trabalhadores afectos a estas seis grandes ETT’s são um exemplo paradigmático do negócio em expansão da subcontratação mas também das alterações nas relações laborais que se revelam estruturais e atentas às oportunidades que a crise económica traz.

Artigos dossier | 3 de April

A flexibilidade demonstrada por Vitalino-deputado e Vitalino-provedor é, politicamente, muito discutível. Na prática o que os associados da APESPE, os patrões das ETT’s, conseguiram foi nomear um deputado, já eleito, para representar os seus interesses no parlamento. 

Artigos dossier | 3 de April

Para além da generalização dos contratos a prazo, alguns com durações mínimas e renovados sucessivamente, dos baixos salários, da insegurança e da chantagem do desemprego, cresce também o recurso ao falso trabalho temporário.

Artigos dossier | 3 de April

Devido às restrições à contratação no sector público, o recurso ao trabalho temporário no Estado disparou nos últimos anos. Mas este aumento está também relacionado com a substituição dos contratos de prestação de serviços, os recibos verdes, por subcontratação através de ETT’s.

Artigos dossier | 3 de April

O Trabalho Temporário tem vindo a crescer em Portugal, inflacionando a precarização do mercado de trabalho com baixos salários, contratos a prazo, trabalho ilegal e desemprego.