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Artigo | 6 de December

A Coreia atingiu os resultados que conhecemos sob o jugo de um regime ditatorial, particularmente repressivo e protegido pelos Estados Unidos, no contexto da luta contra os regimes ditos socialistas. A Coreia adotou um modelo produtivista que comprometia principalmente o meio ambiente. Por Éric Toussaint.

Artigo | 4 de November

Com o apoio do FMI e do Banco Mundial, os conservadores impõem, a partir de 1962, políticas que provocarão fuga de capitais, sobre-endividamento, desvalorização da moeda e quebra de rendimento da população. É nesse contexto de crise que Ferdinando Marcos proclama a lei marcial em 1972. O Banco Mundial aplaude o ditador que implementa uma política compatível com os anseios de Washington. Por Éric Toussaint

Artigo | 3 de November

A Indonésia regressou oficialmente às fileiras do FMI em fevereiro de 1967 e a recompensa não se fez esperar: os países ocidentais concederam imediatamente uma ajuda de 174 milhões de dólares, com o objetivo de resolver a crise indonésia.

Artigo | 27 de September

Os “fundos abutre” são a versão extrema do capitalismo financeiro, a vanguarda quem tem atrás os batalhões que se chamam Goldman Sachs, Santander, J.P. Morgan, BBVA, City Bank, etc. Discurso de Éric Toussaint no Seminário Internacional “Alternativas ao imperialismo financeiro e aos fundos abutres”, em Caracas (Venezuela), no dia 12 de agosto de 2014.

Artigo | 8 de September

As decisões tomadas pelo BCE não vão melhorar a situação económica, não vão permitir gerar mais emprego, nem melhorar as condições de vida da população da Zona Euro. O rumo do BCE mantém-se firme: apoio total aos grandes bancos e ao patronato, contra a esmagadora maioria da população. Por Eric Toussaint.

Artigo | 6 de September

É interdito ao BCE e aos bancos centrais que fazem parte do euro-sistema concederem crédito às administrações públicas. Os governos da Zona Euro podem contornar parcialmente esta proibição, pedindo empréstimos aos bancos públicos (nos países em que estes ainda existam) mas até hoje sempre recusaram pôr em prática essa possibilidade.

Artigo | 2 de September

Desde a sua origem até aos dias de hoje, o presidente do Banco Mundial é um cidadão dos Estados Unidos, proposto pelo governo do país. Os membros do Conselho de Governadores ratificam apenas o candidato proposto pelos Estados Unidos. Trata-se de um privilégio que não consta nos estatutos do Banco. Por Éric Toussaint.

Artigo | 19 de August

Se arriscarmos fazer uma comparação entre o tratamento a que a Grécia está sujeita e aquele que foi aplicado à Alemanha, após a Segunda Guerra Mundial, as diferenças e a injustiça são surpreendentes. Por Éric Toussaint.

Artigo | 5 de August

Desde o final da Segunda Guerra Mundial até hoje, as grandes potências recusaram criar um Plano Marshall para os países em desenvolvimento (PED), mantendo-os no endividamento. Desta forma, conseguem extrair o maior rendimento possível sob a forma de pagamento de dívida e também e sobretudo impor políticas de acordo com os seus interesses e assegurar a lealdade dos PED às instituições internacionais.

Artigo | 27 de July

Contrariamente a uma ideia aceite, a missão do Banco Mundial não consiste na redução da pobreza nos países em desenvolvimento. Artigo publicado no portal do CADTM, o segundo da série "Os setenta anos de Bretton Woods, do Banco Mundial e do FMI".

Artigo | 22 de July

Há setenta anos, a 22 de julho de 1944, terminava a conferência de Bretton Woods, da qual resulta a criação do Banco Mundial e o FMI. Para evitar a repetição de crises do tipo da de 1929, mas também para assegurar a sua liderança no mundo, após a Segunda Guerra Mundial, o governo dos Estados-Unidos dedica-se desde cedo à criação de instituições financeiras internacionais.

Artigo | 29 de May

A forma permissiva com que as autoridades dos principais países industrializados tratam a manipulação das taxas de juro demonstra às claras que a nova doutrina "demasiado grande para ser condenado" se aplica a grande escala.

Artigo | 22 de May

O HSBC está envolvido em inúmeros crimes financeiros, desde o branqueamento de capitais, à manipulação do mercado de taxas de câmbio e de juros interbancários, venda abusiva e fraudulenta de derivados sobre as taxas de juros e de créditos hipotecários nos EUA, manipulação das cotações do ouro e prata e organização a grande escala da evasão fiscal de importantes fortunas. 

Artigo | 27 de April

No decurso do último década, o HSBC colaborou com os cartéis da droga do México e da Colômbia – responsáveis por (dezenas de) milhares de assassínios com armas de fogo – no branqueamento de dinheiro num montante de cerca de 880 mil milhões de dólares. As relações comerciais do banco britânico com os cartéis da droga perduraram, apesar das dezenas de notificações e avisos de diversas agências governamentais dos EUA.

Artigo | 26 de April

 “Estados Unidos: Os abusos dos bancos no setor imobiliário e as ações de despejo ilegais” é o segundo artigo da série “Os bancos e a doutrina ‘demasiado grandes para serem condenados’” de Eric Toussaint, CADTM.

Artigo | 7 de April

Tudo indica que as políticas impostas pelas instituições financeiras internacionais, principais financiadoras do regime ditatorial do general Juvenal Habyarimana, aceleraram o processo que levou ao genocídio no Ruanda. 

Artigo | 23 de March

O facto de a especulação e os crimes financeiros terem causado a pior crise económica desde o século passado pesa muito pouco na balança da justiça.

Artigo | 18 de March

Através das suas actividades de trading, os bancos são os principais especuladores nos mercados grossistas e a prazo das matérias-primas e dos produtos agrícolas, dispondo de meios financeiros nitidamente mais avultados que os restantes intervenientes.

Artigo | 22 de February

Os bancos são os principais atores do mercado de câmbios, mantendo em permanência a instabilidade das taxas de câmbio. Mais de 95% das trocas de moeda são de tipo especulativo. Apenas uma ínfima parte das transações diárias de divisas está relacionada com o investimento, o comércio de bens e serviços da economia real, as remessas de emigrantes...

Artigo | 18 de February

O negócio da banca é sério de mais para ser confiado a banqueiros privados. Como os bancos utilizam dinheiro público, beneficiam de garantias do Estado e prestam um serviço fundamental à sociedade, devem tornar-se serviço público.

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