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Artigo | 9 de March

Os democráticos, liderados por Afonso Costa e por uma elite militar onde avultava a figura do general Norton de Matos, foram os principais responsáveis pela intervenção de Portugal na Primeira Grande Guerra. Por Luís Farinha.

Artigo | 18 de February

No dia 18 de fevereiro de 1911, poucos meses depois da implantação da República, o Governo Provisório publicou a lei do “registo civil obrigatório” como instrumento fundamental do processo de laicização da sociedade portuguesa. Por Luís Farinha.

Artigo | 13 de February

O assassinato a sangue frio do general Humberto Delgado por uma brigada da PIDE, chefiada pelo inspetor Rosa Casaco, ficou para a história do fascismo português como o mais hediondo crime – senão comandado, pelo menos consentido – pelo ditador Oliveira Salazar. Por Luís Farinha.

Artigo | 3 de February

Pode dizer-se que a República nunca tivera tantos defensores armados, nem mesmo no “5 de Outubro de 1910”. Também nunca tivera tantos adversários e por isso o movimento revolucionário sucumbiu. Por Luís Farinha.

Artigo | 31 de January

O 31 de Janeiro de 1891 foi um movimento patriótico e republicano, gerado pela reação nacional ao Ultimato inglês de 1890 e à crise financeira que, um ano depois, havia de declarar-se pela “bancarrota de 1892”. Por Luís Farinha.

Artigo | 21 de January

Entre 20 e 22 de janeiro de 1937, Lisboa foi acordada pelo deflagrar de algumas dezenas de bombas colocadas em Ministérios, em rádios e em empresas de produção de armamento e de distribuição de combustível. Por Luís Farinha.

Artigo | 18 de January

A “greve geral revolucionária” de 18 de Janeiro de 1934 nasce de um crescendo revolucionário (sem retorno) do movimento sindical politizado contra a “fascização dos sindicatos” e o fim do sindicalismo livre que tinha sido pujante durante a I República. Por Luís Farinha.

Artigo | 12 de January

No seu último comunicado, a Frente Portuguesa afirma que “entra definitivamente no seu período revolucionário iniciando todas as ações necessárias para uma revolução vitoriosa” (Argel, 12 de Janeiro de 1965). Por Luís Farinha.

Artigo | 2 de January

As suas cartas da prisão, algumas escritas com o próprio sangue, e a imagem cadavérica do seu corpo depois de vários meses doente e de mais de duas semanas em greve da fome são, porventura, o mais forte libelo de acusação contra o regime fascista português. Por Luís Farinha.

Artigo | 27 de October

O movimento que estava programado sair em Braga, Chaves e Bragança, sai em Bragança em 26 e 27 de outubro de 1933, sem comando e condenado ao fracasso. Por Luís Farinha.

Artigo | 19 de May

Depois de em 1932 se ter tornado chefe do Governo, Salazar e os salazaristas estabelecem, no Verão de 1933, a futura arquitetura institucional do Estado Novo Corporativo. A partir do final deste ano, um ano chave da instauração do Estado Novo, a luta antifascista realizava-se nas mais sufocantes condições de clandestinidade e repressão. Artigo de Luís Farinha, historiador.