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Artigo | 23 de November

O que mais admiro na sua arte (disse Albert Einstein a Chaplin) é a sua universalidade. Não diz nem uma palavra e, no entanto, toda a gente o percebe. É verdade, responde Chaplin. Mas o seu feito é ainda maior: toda a gente o admira, mas ninguém o percebe. Um artigo de Hubert Krivine.