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Artigo | 1 de May

Vital MoreiraO eurodeputado do Bloco de Esquerda, Miguel Portas, "repudiou inteiramente" os insultos e agressões (com água) sofridas por Vital Moreira quando se dirigia aos líderes da manifestação de 1º de Maio da CGTP para cumprimentá-los, na praça do Martim Moniz em Lisboa. Carvalho da Silva lamentou o incidente, mas advertiu que os políticos "devem respeitar o sofrimento dos trabalhadores".

Artigo | 1 de May

Desfile do Mayday 2009. Foto de Paulete MatosMilhares de jovens precários levaram mais uma vez um colorido e uma animação especiais à manifestação do 1º de Maio da CGTP, na qual se integraram depois de desfilarem autonomamente desde o Largo Camões. Foi mais uma edição do Mayday, que reúne jovens precários, desempregados, bolseiros sob o lema "o precariado dá luta", para denunciar a precariedade em que perto de dois milhões de portugueses vivem. Vê as fotos do 1º de Maio na galeria do Bloco no flickr (fotos de Paulete Matos).

Artigo | 1 de May

Mais de cem pessoas ficaram feridas em IstambulO 1º de Maio voltou a ser dia feriado na Turquia, mas os trabalhadores
não puderam celebrá-lo na Praça Taksim, onde ocorreu o "1º de Maio
Sangrento", em 1977, quando 36 pessoas foram mortas pela polícia. Este
ano, o governo autorizou uma manifestação noutro local da cidade, mas
mais de 5.000 pessoas estiveram na Praça Taksim, onde foram repelidas
pela polícia, com água, gás lacrimogéneo e cães.

Artigo | 1 de May

Paisagem rural. Foto de Valter Jacinto, FlickRO governo aprovou uma proposta de lei para reduzir o valor das coimas aplicadas a quem viola a legislação ambiental, argumentando com a necessidade de "não comprometer a subsistência de pessoas singulares e de pessoas colectivas de pequena e média dimensão". A Quercus já acusou a decisão de ser uma "licença para poluir."

Artigo | 1 de May

O ministro do Trabalho, Vieira da SilvaNa véspera do dia do trabalhador, o governo decidiu adiar a entrada em vigor das medidas que argumentava estarem destinadas a combater a precariedade do trabalho, nomeadamente o agravamento em 3% da taxa social única a pagar em relação a cada contrato a prazo, e a redução de 1% da mesma taxa para os contratos sem termo.

Artigos Opinião Esquerda | 1 de May

Confesso mais esta fraqueza: adoro os editoriais de José Manuel Fernandes. Bem sei que os meus amigos não se cansam de me dizer que se trata de um político reaccionário, porque é um dos defensores do genocídio no Iraque (cuja “libertação” à bomba lhe mereceu uma sempre comovente “lágrima furtiva”). Bem sei que é um dos homens de confiança de Cavaco Silva e um dos promotores da unidade da direita para a sua vitória presidencial (o que prova como é bem sucedido). Mas o certo é que nada disso me impede de adorar os seus editoriais.