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Artigo | 3 de November

<img src="/sites/default/files/images/stories/politica/novembro07/estrada_2.jpg" alt="Estrada" title="Estrada" height="60" width="120" />Segundo o jornal Sol, um relat&oacute;rio de auditoria do Tribunal de Contas diz que &quot;a situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica e financeira das Estradas de Portugal &eacute; preocupante&quot; e p&otilde;e em causa a nova taxa que o governo decidiu criar para financiar a empresa.<br />
O Minist&eacute;rio das Obras P&uacute;blicas contesta a not&iacute;cia, dizendo que desconhece a exist&ecirc;ncia de &quot;qualquer relat&oacute;rio&quot;. Fonte do Tribunal de Contas diz que o processo de auditoria &quot;n&atilde;o est&aacute; terminado&quot;. O Bloco de Esquerda quer que o ministro M&aacute;rio Lino esclare&ccedil;a a situa&ccedil;&atilde;o no Parlamento e o PCP tamb&eacute;m.<br />
Leia o artigo de F. Lou&ccedil;&atilde; <a href="index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=3214&amp;Itemid=67" target="_blank">Estradas privadas?</a>
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Artigo | 3 de November

Generais no poder na BirmâniaA
Junta Militar no poder na Birmânia ordenou nesta sexta feira a
expulsão do chefe da missão das Nações
Unidas naquele país, Charles Petrie. A expulsão lança
a incerteza sobre a visita do enviado especial da ONU, Ibrahim
Gambari, marcada para este fim de semana e que procura estabelecer o
diálogo entre o governo e a oposição.

Artigo | 3 de November

<img src="/sites/default/files/images/stories/politica/novembro07/olho.jpg" alt="Olho" title="Olho" height="60" width="120" /><span>H&aacute;
cem mil pessoas &agrave; espera de consulta de oftalmologia nos
hospitais p&uacute;blicos. Oftalmologia &eacute; a especialidade com
mais doentes &agrave; espera.<br />
Ontem,
a oposi&ccedil;&atilde;o acusou o ministro da Sa&uacute;de de ter
ocultado a lista de espera das consultas externas. O BE requereu a
ida do ministro ao Parlamento e exigiu ao Governo que regulamente com
urg&ecirc;ncia a Carta dos Direitos de Acesso dos utentes, que obriga
o minist&eacute;rio a definir prazos m&aacute;ximos para as consultas
de diversas especialidades.</span>
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Artigos dossier | 3 de November

Foi há 90 anos que operários, soldados e camponeses russos assaltaram o Palácio de Inverno para derrubar um regime que os oprimia com a guerra, a fome e a miséria. Para revisitar a época e pensá-la hoje, consulte o dossiê elaborado pelo Esquerda.net.  

Artigos dossier | 3 de November

No início do século XX, a Rússia contava com 176 milhões de habitantes, mais do que a soma das populações de Alemanha, França e Inglaterra. Era um país pobre e atrasado tecnologicamente, conhecido como o "celeiro" da Europa por apenas exportar cereais ao Velho Continente. 80% da sua população activa vivia no campo, em muita regiões nem sequer se conhecia o arado. Os camponeses viviam na miséria, trabalhavam a -25ºC, com roupas de pano e botas de papelão. Do outro lado, no Palácio de Inverno, os bailes com a realeza europeia, os uniformes de gala e as prendas luxuosas que o Czar Nicolau II oferecia à sua família sucediam-se constantemente.

Artigos dossier | 3 de November

Em Fevereiro de 1917 inicia-se a parte mais importante do processo revolucionário. O czar concede poder a um governo provisório, que no entanto não cumprirá as promessas de "Pão, Terra e Paz". A Rússia continua a participar na primeira guerra mundial, frustrando os anseios do povo e dos soldados. Daqui até à Revolução de Outubro, os bolcheviques vão crescer muito rapidamente, assegurando a maioria em alguns sovietes estratégicos. Transcrevemos aqui um texto de João Aguiar, publicado no blogue "As vinhas da Ira", que retrata bem este período crucial. 

Artigos dossier | 3 de November

Até Fevereiro de 1918 não importava quem podia votar para eleger deputados aos Sovietes. Se a burguesia tivesse exigido e organizado a sua representação nos Sovietes, isto ter-lhe-ia sido permitido. Por exemplo, durante o regime do Governo provisório, houve uma representação burguesa no Soviete de Petrogrado: um delegado da União das profissões liberais, que incluía médicos, advogados, professores, etc.

Artigos dossier | 3 de November

As mulheres que participaram na Grande Revolução de Outubro - quem eram elas? Indivíduos isolados? Não, havia multidões delas; dezenas, centenas e milhares de heroínas anónimas que, marchando lado a lado com os operários e camponeses sob a Bandeira Vermelha e a palavra de ordem dos Sovietes, passou por cima das ruínas do czarismo rumo a um novo futuro...

Artigos dossier | 3 de November

Quer pela sua natureza, quer pela sua relativa previsibilidade, os acontecimentos revolucionários de Outubro (Novembro no Ocidente), ocuparam um espaço mais reduzido nos títulos dos periódicos portugueses do que a deposição do Czar em Fevereiro. Por um lado, em Fevereiro, apesar de algumas dúvidas iniciais, os factos pareciam apontar para um reforço da posição dos Aliados, por outro, a surpresa de Outubro era apenas relativa, não constituindo um fenómeno absolutamente imprevisto.

Artigos dossier | 3 de November

Se entendermos a revolução como um elo vindo de baixo para cima, aspirações profundas de um povo, e não a execução de algum plano mirabolante imaginado por uma elite esclarecida, não há nenhuma dúvida que a Revolução Russa foi uma, no sentido pleno da palavra. Basta notar as medidas legislativas tomadas nos primeiros meses e no primeiro ano pelo novo regime para compreender que elas significaram uma transformação radical das relações de propriedades e de poder, às vezes mais rápida do que o previsto e desejado, às vezes mesmo além do desejável, sob a pressão das circunstâncias.

Artigos dossier | 3 de November

Com a queda do regime czarista e uma vez fracassado o parênteses democrático de Kerensky, o processo revolucionário acelera. É aí que o "poder dos sovietes" deverá confrontar-se "com o oceano camponês", como explica com fineza o historiador Moshe Lewin. Entretanto, espera-se o "aliado privilegiado": o proletariado europeu. Ou a aparição de crises revolucionárias noutros países. Neste contexto, o Estado é a única mediação que o "poder soviético" tem no seu vínculo com as massas operárias e camponesas. Aqui nasce o nó complexo das relações entre Partido-Estado-Sociedade.

Artigos dossier | 3 de November

A mistificação consiste em culpar a revolução de Outubro pelas desfigurações, erros e desvios que, em determinadas condições históricas, marcadas por uma constante pressão externa, uma série de conspirações e agressões internacionais, levaram à génese de um modelo que aprisionou as forças sociais e humanas libertadas pela revolução, contrariou em aspectos determinantes os princípios e o desenvolvimento da teoria revolucionária do marxismo-leninismo, violou a legalidade socialista e virou costas a princípios fundamentais do ideal comunista.

Artigos dossier | 3 de November

A revolução de Outubro só foi possível depois de muitos esforços e sacrifícios da classe operária e dos camponeses, oprimidos e entregues à miséria durante o czarismo. A guerra foi sempre um elemento desencadeador de revoltas, tanto no ensaio geral de 1905 (durante a guerra Rússia-Japão) como na revolução de 1917 (participação da Rússia na primeira guerra mundial). O Esquerda.net apresenta aqui uma cronologia dos principais acontecimentos.
 

Artigos dossier | 3 de November

No youtube é possível encontrar muitos pequenos vídeos sobre a Revolução de Outubro. O Esquerda.net seleccionou alguns, nomeadamente cenas do filme "Reds" (realizado em 1971 por Warren Beatty e cuja personagem principal é John Reed, jornalista americano que cobriu os acontecimentos da altura e se envolveu na luta revolucionária) e outros vídeos, feitos maioritariamente a partir de cenas dos filmes de Eisenstein. Não deixe também de ouvir algumas versões da música "A Internacional", em raggae, em charanga (estilo cubano) e em Punk-Rock (Garotos Podres)

Artigos dossier | 3 de November

Foi há 95 anos. A 25 de Outubro de 1917 segundo o calendário juliano ou a 7 de Novembro segundo o gregoriano, irrompia a Revolução Russa. Republicamos aqui o dossier que o esquerda.net elaborou sobre a Revolução de Outubro, em 2007.