You are here

Pesquisar

Artigo | 11 de September

 Sofia Neuparth, Bruno Cabral, Carmen Santos e Bruno DiasNum plenário que reuniu quase uma centena de pessoas no Maxime, em Lisboa, os trabalhadores intermitentes das artes e do espectáculo criticaram a actual proposta de lei do governo que cria vários tipos de contratos de trabalho para estes profissionais. Os intermitentes argumentam que se trata de uma proposta de lei "fantasma" que deixa as questões relativas à segurança social na mesma, não resolve o problema dos intermitentes que vão mudando de entidade patronal e pode mesmo precarizar a situação dos trabalhadores que têm contratos estáveis. Para breve, preparam-se várias acções de contestação.