Política

Apesar das leis existentes definirem o bem-estar animal dos animais de estimação como um objetivo, aos atos veterinários é aplicada a taxa máxima de IVA. A sua redução para 6% aliviaria o orçamento de muitas famílias e promoveria verdadeiramente a melhoria da qualidade de vida dos animais defende o partido.

Catarina Martins reagiu ao discurso do Presidente nas comemorações do 25 de abril sublinhando que "há tanta gente que sente na dificuldade da sua vida que a promessa de liberdade e de igualdade não está cumprida” e é preciso “criar as condições para que haja salários dignos, acesso à saúde, à educação, à habitação”.

Na cerimónia de comemoração do 25 de abril, José Soeiro lembrou quem ganha baixos salários e “faz o país funcionar”, invocou as Novas Cartas Portuguesas que confrontaram machismo e colonialismo, e essa revolução em que “a democracia não ficou à espera que viesse o documento autenticado”. Leia aqui a sua intervenção completa.

Na sessão realizada este domingo no Desobedoc, Catarina Martins destacou o seu contributo para a democracia cultural e a ativista saharaui Aminatou Haidar enviou o seu testemunho do empenho de Miguel Portas na libertação do seu povo.

Por singular coincidência, no dia 25 de Abril, em Itália, comemora-se o derrube definitivo do fascismo de Mussolini, em 1945. Por isso, na imprensa italiana de 26 de Abril de 1974, surge uma inevitável ligação entre os dois acontecimentos. Por Álvaro Arranja.

porÁlvaro Arranja

Na Conferência Europeia pela Paz em Madrid, Catarina Martins defendeu que a esquerda europeia deve lutar por sanções contra os oligarcas russos, negociações sob a égide da ONU e solidariedade com o povo ucraniano e com quem na Rússia luta contra a guerra e contra Putin.

Câmara aprovou gratuitidade para jovens até 18 anos, estudantes universitários e maiores de 65 anos.  Bloco propôs incluir estudantes deslocados, pessoas com deficiência e em situação de desemprego, mas a direita votou contra e a abstenção do PS e do PCP permitiu que a medida fosse chumbada.

Este domingo, a partir das 14 horas volta a realizar-se o tradicional arraial no Largo do Carmo, em Lisboa.

Em conferência de imprensa, Mariana Mortágua reagiu à auditoria ao Novo Banco efetuada pela Deloitte. O Bloco defende que esta deve ser pública e quer saber se o Orçamento de Estado para 2022 inclui a injeção adicional de 133 milhões de euros referida nesta auditoria. 

Reagindo à remodelação do Governo Regional, António Lima defende que de “pouco servirá” se for para manter políticas. O Bloco propõe aumentar rendimentos e regular preços no arquipélago. Se não o fizer, o PSD mostra-se incoerente com as críticas que fez nacionalmente de uma “austeridade encapotada”.

O Bloco insistiu durante meses. Agora finalmente a medida será discutida depois do presidente da CML a ter apresentado. Para o Bloco, é “essencial para o combate às alterações climáticas e muito importante num contexto de subida dos encargos das famílias” e deveria desde já ser alargada a desempregados e pessoas com deficiência.

O Bloco apanhou o elétrico 15 para defender o caminho da gratuitidade dos transportes coletivos. Um processo que deve começar em Lisboa por aí haver disponibilidade orçamental mas que é para generalizar no país. Só que Moedas nem apresenta a sua proposta nem quer discutir a do Bloco.

Mariana Mortágua considera que, com este Orçamento do Estado, o governo se está “a aproveitar da situação da inflação” para reduzir o défice com a economia a crescer menos. Um “milagre” feito à custa de não devolver o que ganha a mais à sociedade e de transferir para os trabalhadores o custo do aumento de preços.

Nos primeiros meses do ano, os preços dos bens essenciais subiram três vezes mais que o salários. Enquanto isso, as grandes empresas da energia viram os lucros disparar. Mas o governo recusa um imposto sobre estes ganhos que permitisse financiar medidas de apoio às famílias.

Pedro Filipe Soares encontra “respostas limitadas”, “uma teimosia incompreensível” e uma “desistência inaceitável” nas linhas gerais do próximo Orçamento do Estado e na resposta do governo à “inflação galopante”.