Sociedade

Os CTT foram responsáveis por quase 90% das queixas no serviço postal em 2018. Os principais motivos das reclamações foram “o atraso na entrega (17%), o extravio/atraso significativo (10%), o atendimento (9%), a falta de tentativa de entrega ao destinatário (8%) e falhas na distribuição (7%)”.

“Por todas as mulheres que tombaram, por todas as que sobreviveram, por todas as que vivem este inferno”. Aveiro, Braga, Coimbra, Lisboa e Porto vão sair esta quinta-feira à rua para fazer barulho contra o silenciamento da violência contra as mulheres.

Num estudo sobre violência no namoro em contexto universitário, mais de um terço dos 2683 inquiridos assumiu ter exercido pelo menos uma vez violência sobre o outro. De acordo com a coordenadora do estudo, a violência é sustentada pelas “crenças de género que colocam o homem numa posição de superioridade e as mulheres numa posição subalterna”.

Marcada para a próxima sexta-feira por sindicatos da CGTP e da UGT, a greve da função pública deve sentir-se mais visivelmente nos estabelecimentos de saúde, escolas, repartições de finanças e serviços das autarquias.

Figuras de áreas da medicina à cultura enviaram um apelo à Assembleia da República para que a nova Lei de Bases da Saúde deixe claro que a gestão de hospitais do SNS será “exclusivamente pública”.

Ministério Público abdicou das acusações de tortura e motivações raciais no processo contra agentes da PSP por violência policial na Cova da Moura. Julgamento aproxima-se do final.

Em Portugal, o trabalho doméstico não é equitativamente distribuído entre homens e mulheres. Estudo aponta riscos que decorrem da sobrecarga de trabalho.

Nos últimos anos, o emprego tem recuperado. Mas também devido a contratos instáveis: em 2018, havia mais 73 mil do que em 2011, ano de chegada da troika. No mesmo período, registaram-se mais 263 mil contratos sem termo.

A Fernando Couto Cortiças SA não comunicou à Segurança Social o documento obrigatório para que Cristina Tavares tenha acesso ao único rendimento possível. Sindicato acusa empresa de “má fé”.

Em carta ao primeiro-Ministro, os ex-trabalhadores da empresa Moura Fábrica Solar defendem a nacionalização da fábrica. A Campanha Empregos para o Clima e o Sindicato dos Trabalhadores da Energia e Águas Portugal juntam-se a esta exigência.

Segundo o “Jornal de Notícias”, em 2018, foram realizadas mais de dois milhões e meio de horas extra não pagas por semana, o que permitiria criar mais de 64 mil postos de trabalho, mesmo a 40 horas de trabalho por semana.

Este domingo, realizou-se uma marcha silenciosa em Lisboa pela prevenção, a proteção das vítimas e a criminalização dos agressores. A deputada Sandra Cunha frisou que esta marcha retrata a indignação das pessoas “face às mortes que têm ocorrido e à forma como a violência doméstica tem sido desvalorizada”.

A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor avança que “não há nada que justifique estas comissões pelas transações MB Way”, sendo “apenas e só uma decisão comercial por parte dos bancos, que viram aqui mais uma grande fonte de receitas”.

A presidente da União de Mulheres Alternativa e Resposta frisou que é preciso responsabilizar os e as profissionais, nomeadamente no sistema judicial, que não cumprem a lei. Em 2018, a Procuradoria-Geral da República iniciou um inquérito por violência doméstica a cada vinte minutos.

O despedimento coletivo promovido pela cadeia espanhola Dia, dona dos supermercados Minipreço e da rede de drogarias Clarel em Portugal, vai abranger 2.100 trabalhadores e trabalhadoras nas lojas de Espanha, Portugal, Argentina e Brasil.